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São conhecidas as seguintes informações anuais sobre as contas nacionais de um país:
Produto Nacional Bruto (PNB) a preços de mercado ....... R$ 780
Subsídios ........................................................................................................................ R$ 40
Impostos Indiretos ................................................................................................ R$ 80
Depreciação .............................................................................................................. R$ 20
O valor da Renda Nacional Líquida (a custos dos fatores) será de
R$ 700
R$ 720
R$ 740
R$ 760
R$ 800
O Produto Interno Bruto a preços de mercado é igual ao:
Produto Nacional Bruto a preços de mercado menos a renda líquida enviada ao exterior;
Produto Nacional Bruto a preços de mercado menos a renda líquida recebida do exterior;
Produto Nacional Bruto a preços de mercado mais depreciação menos a renda líquida enviada ao exterior;
Produto Nacional Líquido a custos de fatores mais depreciação menos renda líquida enviada ao exterior;
Produto Nacional Líquido a custos de fatores mais depreciação menos renda líquida recebida do exterior.
Em relação às contas nacionais, em uma economia aberta e com governo, é correto afirmar que:
o Produto Interno Bruto de um país assume um valor inferior ao seu Produto Nacional Bruto sempre que a renda líquida enviada ao exterior for positiva;
a definição de Produto Interno Bruto e Renda Nacional costumam levar a um valor numérico idêntico;
as transferências do governo, constituídas, entre outros, por pagamentos feitos por ele às pessoas sem contrapartida de serviços, também incluem os juros dos títulos da dívida pública que, assim, são computados no Produto Nacional Bruto;
o Produto Interno Bruto a preços de mercado é obtido pela inclusão da depreciação do capital fixo e dos impostos indiretos e a subtração do montante de subsídios ao Produto Interno líquido a custo de fatores;
um déficit em conta corrente no Balanço de Pagamentos de um país indica um excesso de investimento interno sobre a poupança doméstica, implicando uma transferência de recursos reais do país para o exterior.
No cômputo da renda nacional, as despesas do governo incluem os gastos com bens e serviços bem como o pagamento dos salários e outras remunerações dos funcionários públicos.
Para se passar do conceito de Produto Interno Bruto ao custo de fatores para o conceito de Produto Interno Líquido aos preços de mercado deve-se:
deduzir a depreciação, somar o valor dos impostos indiretos e deduzir o valor dos subsídios;
somar o valor dos impostos diretos, o valor dos impostos indiretos e deduzir o valor da depreciação;
deduzir o valor da depreciação;
somar o valor dos impostos diretos, o valor dos impostos indiretos e o valor da depreciação
deduzir a depreciação, deduzir o valor dos impostos indiretos e somar o valor dos subsídios.
Considere as seguintes informações.
Ipr = investimento privadoIg = investimento do governo
Spr = poupança privada
Sg = poupança do governo
Se = poupança externa
Com base nessas informações e supondo que todos os conceitos aqui apresentados apresentam saldos diferentes de zero, a diferença Spr - Ipr será igual a
déficit público + Spr.
déficit público.
déficit público - Ipr.
déficit público - Se.
Se.
Quando um cliente da Caixa Econômica utiliza seus haveres em caderneta de poupança para comprar um imóvel residencial usado, na contabilidade nacional, essa transação é registrada, simultaneamente, como poupança e investimento.
Quando cidadãos norte-americanos adquirem ou aumentam o controle sobre uma empresa no Brasil, essa transação é contabilizada no balanço de capitais do Brasil.
Do ponto de vista da contabilidade nacional, quando as famílias colocam parte de sua renda não-gasta em uma conta de poupança do sistema bancário, elas estão, simultaneamente, poupando e investindo recursos.
Quando uma empresa de cosméticos naturais estabelecida na Amazônia compra R$ 20,00 de plantas medicinais e R$ 10,00 de lanolina e utiliza esses insumos para produzir um creme facial no valor de R$ 40,00, sua contribuição para o Produto Interno Bruto (PIB) eleva-se a R$ 70,00.
Considere os seguintes dados para uma economia aberta e sem governo.
- Exportação de bens e serviços não-fatores: 500
- Importação de bens e serviços não-fatores: 400
- Renda enviada ao exterior: 200
- Renda recebida do exterior: 100
- Variação de estoques: 150
- Formação bruta de capital fixo: 700
- Depreciação: 50
Com base nessas informações, pode-se afirmar que a poupança externa e a poupança líquida do setor privado será de
800 e zero.
zero e 800.
zero e 700.
50 e 700.
100 e 750.
Quanto à Contabilidade Nacional, é correto afirmar:
A carga tributária líquida soma as transferências efetuadas pelo Governo aos tributos diretos e indiretos.
O Produto a Preços de Mercado é o Produto a Custo de Fatores mais os Impostos Indiretos, menos os Subsídios e menos a Depreciação.
A Renda Nacional de um país num ano é igual à renda de todas as famílias dos nacionais daquele país no referido ano.
O Produto a Preços de Mercado é simplesmente o Produto a Custo de Fatores mais os Impostos Indiretos e menos os Subsídios.
A carga tributária líquida soma as transferências e subsídios efetuados pelo Governo aos tributos diretos e indiretos.
Sobre as Contas Nacionais Brasileiras, a alternativa com a afirmação correta é:
O superávit interno entre exportação e importação de bens e serviços é $ 120, caso haja os seguintes dados: PIBpm (produto interno bruto a preços de mercado)= 1000; M (importação de bens e serviços)= 120; C (Consumo pessoal)= 400; I (formação bruta de capital fixo)= 110; Ve (variação de estoques)= 0; G (Consumo do Governo)= 250.
Para determinar o superávit interno entre exportação e importação de bens e serviços utilizam-se os valores do: PIB pm (produto interno bruto a preços de mercado); M (importação de bens e serviços); C (Consumo pessoal); I (formação bruta de capital fixo); Ve (variação de estoques); G (Consumo do Governo).
A exportação de bens e serviços é $ 200, caso haja os seguintes dados: PIBpm (produto interno bruto a preços de mercado)= 1000; M (importação de bens e serviços)= 120; C (Consumo pessoal)= 400; I (formação bruta de capital fixo)= 110; Ve (variação de estoques)= 0; G (Consumo do Governo)= 250.
A metodologia das contas nacionais é elaborada pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (FIBGE), que apresenta quatro contas, das quais uma é a renda nacional disponível bruta, cujo débito é composto do consumo final das famílias, consumo final das administrações públicas e a poupança bruta.
O déficit de bens e serviços é de $ 90, caso haja os seguintes dados: PIBpm (produto interno bruto a preços de mercado)= 1000; M (importação de bens e serviços)= 120; C (Consumo pessoal)= 400; I (formação bruta de capital fixo)= 110; Ve (variação de estoques)= 0; G (Consumo do Governo)= 250.
Quando um consumidor compra um automóvel usado em uma revendedora, contribui para elevar o Produto Interno Bruto (PIB) porque isso representa um aumento do consumo de bens duráveis.
Um país fictício apresentou os seguintes indicadores em sua contabilidade nacional:

Com as informações, os agregados macroeconômicos do país em questão serão os seguintes:
Produto Interno Bruto a custo de fatores: 1.580; Produto Interno Líquido a custo de fatores: 1.950; Produto Nacional Bruto: 2.150.
Produto Nacional Bruto a custo de fatores: 1.530; Produto Nacional Líquido a preço de mercado: 2.050; Produto Interno Bruto a custo de fatores: 1.430.
PIB per capita: 3.150; PIB a preços correntes: 2.150; Produto Interno Líquido: 2.050.
Produto Interno Bruto a preço de mercado: 1.430; Produto Interno Líquido a custo de fatores: 1.350; Produto Interno Bruto a custo de fatores: 1.530.
Produto Interno Bruto a custo de fatores: 1.430; Produto Interno Líquido a custo de fatores: 1.350; Produto Interno Bruto a preço de mercado: 1.530.
No tocante à economia brasileira é correto afirmar que:
A política fiscal e monetária brasileira tem sido coordenada com as políticas fiscal e monetária dos países sócios do MERCOSUL.
Os superávits primários ao longo do último ano têm alcançado recordes. No entanto, não têm sido suficientes para cobrir o total das despesas, inclusive os juros, gerando déficis nominais.
A política fiscal do governo, tipicamente Keynesiana, tem se baseado na elevação de receitas, gastos, juros e apreciação cambial.
Excessivo superávit primário tem gerado desemprego, aumento das despesas com juros e desequilíbrios na balança de pagamentos.
O consumo do Governo é constituído por
um conjunto de despesas que, geralmente, atinge uma alta proporção da totalidade dos gastos públicos, porém sem o objetivo de gerar serviços econômicos de uso geral, sem preocupação em direcionar os custos do governo visando à estabilização da economia.
Um conjunto de despesas envolvendo fluxos de pagamentos de pessoal civil e militar, gastos com aquisição de materiais não permanentes e contratação de serviços de terceiros, cujo objetivo final será a produção de serviços econômicos de uso coletivo, podendo ainda ser direcionado para atendimento de objetivos visando a estabilidade quanto em nível de emprego como recurso produtivo ou à estabilidade de preços (política monetária).
despesas do Governo classificadas como investimentos ou despesas de capital cujo objetivo maior é alimentar a classe dominante do sistema econômico em questão.
Despesas envolvendo fluxos de pagamentos de pessoal civil e militar, gastos com aquisição de materiais não permanentes e contratação de serviços de terceiros, não tendo como objetivo final a produção de serviços econômicos de uso coletivo.
Os custos Governamentais que não são classificados como investimentos ou despesas de capital e, assim sendo, não há interesse em promover a manutenção da classe dominante do sistema econômico em questão.