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Considere a função S = – 12 + 2P, onde P é o preço por unidade do bem ou serviço e S é a correspondente oferta de mercado. Sabe-se que P ≤ R$ 12,00. Para que ocorra “mercado”, o produto deve ser oferecido para venda, portanto: (S > 0). Ao admitirmos S > 0, ocorre:
P > R$ 10,00 = o produto será oferecido ao cliente, somente, com preços menores do que R$ 10,00.
P > R$ 6,00 = o produto será oferecido ao cliente, somente, com preços maiores do que R$ 6,00.
P > R$ 10,00 = o produto será oferecido ao cliente, somente, com preços maiores do que R$ 10,00.
P > R$ 6,00 = o produto será oferecido ao cliente, somente, com preços menores do que R$ 6,00.
Em relação às Tabelas de Recursos e Usos (TRU), uma de suas características é:
a vinculação a uma parcela das contas econômicas integradas, por meio de oferta agregada vertical, quando em pleno emprego ou por meio de demanda agregada;
o fato de que são igual a matriz insumo-produto;
a classificação das unidades produtivas segundo as atividades econômicas, permitindo mensurar as relações de troca intra setorial;
a exclusão da administração pública do cálculo pela dificuldade de se medir a renda gerada por esse setor;
a divisão em recursos de bens e serviços, a qual apresenta em uma das partes a oferta total da economia.
A contabilidade nacional evidencia as relações entre as três variáveis macroeconômicas básicas e é composta por cinco contas básicas: 1 – de produção, 2 – de apropriação, 3 – de capital, 4 – corrente de Governo e 5 –
da acumulação.
do financiamento.
do consumo.
da geração de renda.
do resto do mundo.
Ao se medir a produção de um país, evita-se superestimar o Produto Nacional por meio da dupla contagem. Uma das maneiras para se evitar este efeito é
incluir os produtos intermediários na contagem do PNB.
eliminar os valores adicionados ao produto à medida que ele passa pelos vários estágios do processo produtivo.
excluir os bens finais da contagem do PNB.
somar ao Produto Nacional Líquido a depreciação observada no mesmo período.
levar em consideração os valores adicionados ao produto à medida que ele passa pelos vários estágios do processo produtivo.
Nas contas nacionais, ao considerarmos a conta de capital em uma economia fechada e sem governo,
a poupança bruta é definida como a poupança líquida menos a depreciação.
a poupança bruta é somada ao resultado das contas externas.
a formação bruta de capital fixo é igual à poupança líquida.
a variação de estoques é igual à depreciação.
a poupança bruta se apresenta como contrapartida das variações ativas dadas pela formação bruta de capital fixo mais a variação de estoques.
Considere a seguinte nomenclatura:
RNB = Renda Nacional Bruta
RPD = Renda Privada Disponível
TUR = Transferências Correntes Líquidas Recebidas
C = Consumo Final (gastos correntes das famílias e administrações públicas)
SD = total da poupança doméstica
RLG = Renda Líquida do Governo
RLEE = Renda Líquida Enviada ao Exterior
A Renda Nacional Disponível Bruta (RDB) pode ser calculada como:
C + SD + TUR;
RNB + RPD + TUR;
RLG + RPD;
RLEE – TUR;
RNB – RPD.
Refere-se à Contabilidade Nacional:
I. O balanço de pagamentos, o qual registra o movimento financeiro externo de um país e suas relações com os demais países.
II. O orçamento público federal e também o orçamento público nos estados e municípios apresentam os dados relativos às receitas e despesas de cada um dos níveis de governo de um país.
III. As contas operacionais correspondem aos fatos geradores de recebimentos, deduzidas as transferências de recursos ao exterior. A conta de caixa registra o movimento dos meios de pagamento internacionais à disposição do país.
IV. As receitas da União, do Distrito Federal, Estados e Municípios são os impostos, as taxas e contribuições recebidos, descritos no Código Tributário Nacional − CTN e em leis Complementares. As despesas são todos os gastos públicos efetivamente pagos de conformidade com o previsto no orçamento público.
Está correto o que se afirma APENAS em
I e II.
I e III.
II e III.
II e IV.
III.
Com base no texto acima e seguindo a reforma do Estado Brasileiro da década de 90 e em busca de uma luta ideológica que apresentava os direitos sociais como privilégios e entraves ao desenvolvimento econômico o então presidente na época realizou:
O aumento dos gastos públicos e a estatização de novas empresas.
A diminuição dos gastos públicos, a privatização das empresas estatais e a abertura do mercado de investimentos transnacionais.
A criação de novos ministérios e fechamento do mercado de investimentos.
A diminuição dos gastos públicos, a estatização de novas empresas e o fechamento do mercado de investimentos transnacionais.
Com base nas Contas Nacionais, pode-se afirmar que o Déficit Público Primário corresponde:
a receita líquida do governo menos os gastos do governo;
ao investimento público menos o saldo do governo em conta corrente;
aos impostos mais outras receitas líquidas menos o saldo do governo em conta corrente;
a poupança bruta do setor privado menos o déficit do balanço de pagamentos em transações correntes;
ao investimento privado mais o investimento público menos a poupança bruta do setor privado.
Considerando os diferentes conceitos de déficit e superávit público, se os juros nominais incidentes sobre a dívida líquida do setor público superam o resultado nominal do setor público, então:
o governo apresenta um superávit operacional;
a economia está em deflação no caso de o superávit operacional ser menor do que o superávit nominal;
a poupança do governo é negativa, o que gera o déficit nominal;
os juros reais são maiores do que o resultado operacional, implicando um déficit operacional;
o governo apresenta um déficit primário, que também é obtido do resultado operacional subtraídos os juros reais.
Considere as seguintes informações:
35;
40;
45;
50;
60.
Uma das maneiras de ajustar as contas públicas ocorre por meio de elevação dos impostos indiretos. Considerando o sistema de Contas Nacionais, uma das consequências dessa medida é:
elevação do produto interno bruto a custo de fatores;
redução da despesa interna bruta a preços de mercado;
elevação da utilização da renda nacional disponível líquida;
redução da renda nacional líquida a preços de mercado;
elevação dos recebimentos correntes com o resto do mundo.
Um governo arrecadou R$ 1 milhão em impostos, teve gastos (não contando juros) de R$ 800 mil. Sobre a dívida pública, que é de R$ 3 milhões, pagam-se juros de 10% ao ano e a taxa de inflação é de 2% ao ano. O resultado nominal é
superávit de R$ 200 mil.
equilíbrio
déficit de R$ 40 mil.
déficit de R$ 60 mil.
déficit de R$ 100 mil.
De acordo com a teoria econômica, a taxa de crescimento do PIB depende, entre outros fatores, diretamente do/da
maturidade do parque industrial da economia.
contingente populacional.
variação da reserva em ativos.
volume de investimentos produtivos que estão sendo realizados.
apreciação cambial.
As economias nacionais, assim como as empresas, possuem regras contábeis para mensuração de suas riquezas, ou seja, o dimensionamento dos agregados econômicos. Sobre os agregados macroeconômicos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) São considerados agregados macroeconômicos básicos de uma economia: produto, renda, consumo, poupança, investimento, absorção de interna e despesa.
( ) O valor bruto da produção (VBP) é o maior valor agregado em economia em termos monetários.
( ) O valor do produto é obtido pela soma do consumo mais poupança e investimentos.
( ) A absorção interna em uma economia fechada e sem governo corresponde à soma do investimento e do consumo privado.
A sequência está correta em