

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.


Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Desde 2015, o Brasil tem enfrentado forte recessão e crise fiscal, revelando fragilidades estruturais. Um desdobramento relevante desse quadro é a:
Redução da rigidez orçamentária, via flexibilização do gasto obrigatório em educação.
Reconversão industrial ancorada em investimentos públicos de longa maturação.
Consolidação de um regime fiscal contracíclico, com ênfase no investimento público.
Imposição de teto de gastos com compressão real de despesas discricionárias.
Considere que um país enfrenta uma recessão severa, resultando em uma queda significativa no PIB e um aumento no desemprego. Ato contínuo, o déficit nominal subiu de 2% para 6% do PIB em um ano. No entanto, o déficit ciclicamente ajustado permaneceu estável em torno de 3% do PIB.
Com base nessas informações, é correto afirmar que:
o déficit ciclicamente ajustado não capta mudanças reais na posição fiscal do governo, pois a metodologia de ajuste cíclico subestima os impactos da recessão sobre as finanças públicas;
a política fiscal do governo se tornou mais contracionista, pois o déficit ciclicamente ajustado se manteve constante, o que potencialmente significa cortes de gastos ou aumento de impostos em termos estruturais;
o aumento do déficit nominal é um reflexo direto da queda da arrecadação e do aumento de gastos recorrentes, sem mudanças significativas na política fiscal subjacente, justificando a estabilidade do déficit ciclicamente ajustado;
o país provavelmente já operava próximo ao pleno emprego antes da recessão, e o aumento do déficit nominal é explicado exclusivamente por políticas discricionárias expansionistas, sem influência dos estabilizadores automáticos;
o aumento do déficit nominal indica que o governo implementou um pacote fiscal expansionista agressivo, incluindo cortes de impostos e gastos discricionários, o que deveria ter elevado significativamente o déficit ciclicamente ajustado.
A respeito da política econômica do primeiro governo de Dilma Roussef (2011-2014), é verdadeiro o que se afirma em:
Houve forte valorização cambial e abertura comercial como forma de aumentar a competitividade da indústria nacional.
A desconfiança nutrida por determinados agentes econômicos em relação à eleição de Dilma Rousseff foi um dos principais fatores subjacentes à expressiva depreciação cambial observada no início de seu mandato, e resultou no progressivo recrudescimento inflacionário verificado nos três primeiros anos de seu primeiro mandato.
A condução da política fiscal no governo Dilma não enfrentou dificuldades para cumprir as metas de superávit primário estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
O governo promoveu uma redução sistemática da taxa básica de juros (Selic), mesmo diante de pressões inflacionárias, como tentativa de incentivar o consumo e o investimento.
Depois de vários planos econômicos fracassados e de diversos diagnósticos, os especialistas que ajudaram na criação do Plano Real entenderam que a principal causa da inflação no país eram os excessivos gastos públicos, o que gerava altos déficits primários e nominais. Após a implementação do real, o Brasil voltou a vivenciar uma crise fiscal, por quê?
Em razão da criação de novos programais sociais.
Em razão do pagamento das dívidas de estados e municípios.
Em razão dos gastos criados com a nova estrutura do plano real.
Em razão dos investimentos realizados pelo governo em infraestrutura.
Em razão dos juros reais mais altos e do crescente endividamento público.
O texto a seguir analisa o agravamento da situação fiscal no Brasil em período recente.
Com o PIB e a arrecadação menores, o déficit primário aumentou de 17 bilhões de reais em 2014 para 111 bilhões em 2015, apesar do corte de despesas. A dívida líquida do setor público, por sua vez, passou de 32,6% do PIB em dezembro de 2014 para 35,6% em dezembro de 2015. Já a dívida bruta saltou de 56,3% para 65,5% do PIB. Uma decomposição dos fatores que levaram ao aumento de 9,3 pontos percentuais na dívida bruta em relação ao PIB mostra, no entanto, que o déficit primário sequer foi o principal responsável por essa elevação. Os componentes que mais destoaram dos anos anteriores foram o pagamento de juros, que aumentou sua contribuição, e o crescimento do PIB, que passou a colaborar menos para a redução da dívida-PIB.
CARVALHO, L. Valsa brasileira: do boom ao caos econômico. São Paulo: Editora Todavia, 2018, p.100-101.
De acordo com a autora, o agravamento da crise fiscal no Brasil entre 2014 e 2015 resultou do
congelamento das despesas correntes e do aumento do déficit fiscal nominal
aumento do déficit fiscal nominal e da recessão econômica em curso
aumento do déficit fiscal nominal e do maior crescimento do PIB
aumento do déficit fiscal primário e do maior crescimento do PIB
aumento do déficit fiscal primário e da queda da arrecadação


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
A economia brasileira tem apresentado considerável volatilidade em seu desempenho econômico. Nesse sentido, as contas nacionais demonstram que
o país, desde 2008, viveu movimento continuamente descendente do crescimento do PIB, sem recuperação discreta, o que veio a ocorrer apenas em 2017.
uma recuperação geral, envolvendo o produto de agropecuária, indústria e serviços, foi demonstrada em 2017.
a colaboração do produto industrial para o PIB de 2017 foi decisiva, já que serviços e agropecuária nada contribuíram para o crescimento do produto naquele ano.
o produto de serviços sucumbiu às pressões da crise econômica, entrando em desempenho negativo nos anos de 2015 e 2016.
a crise econômica da presente década foi aliviada em 2015 e 2016, quando o PIB mostrou lenta recuperação, que se manteve em 2017.