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Maria, hábil economista, era publicamente conhecida por compactuar com as ideias de um célebre autor, formulador dos pilares da doutrina econômica que se tornou a mais popular durante a “era de ouro” do capitalismo. Para Maria, o governo deveria estimular a demanda, de modo que as empresas contratassem mais trabalhadores para aumentar a produção. Como os trabalhadores gastariam seus salários com os produtos das empresas, ter-se-ia um ciclo virtuoso, o que não seria alcançado com o livre mercado, no qual o índice de desemprego tende a ser maior.
As concepções de Maria se identificam com as de:
Adam Smith;
David Ricardo;
Milton Friedman;
Thomas Malthus;
John Maynard Keynes.
A regra de ouro da acumulação de capital estabelece que, ao fornecer a mesma quantidade de consumo aos membros das gerações atual e futura, a quantidade máxima de consumo per capita será igual ao consumo da regra de ouro. Isso ocorre porque, ao escolher a taxa de poupança, determina-se o nível de investimento e, com isso, obtém-se o nível de consumo.
Certo
Errado
Diz-se que uma expansão em uma economia como a dos Estados Unidos tende a gerar expansões econômicas em outros países pois as
tarifas sobre produtos americanos nos EUA irão cair.
exportações americanas irão aumentar.
importações americanas irão cair.
importações americanas irão aumentar.
tarifas sobre produtos americanos nos EUA irão subir.
A função de consumo keynesiana pode ser representada por uma relação linear, tal como, C = C0 + c1Y, em que C0 > 0 e 0 < c1 <1. Para essa função,
a propensão média a consumir (C0) influencia a renda.
o consumo induzido (C0) não depende da renda.
a propensão total ao consumo é elástica.
o consumo autônomo (C1) depende dos preços.
a propensão marginal a consumir (C1) é a fração da renda destinada ao consumo.
Dada uma economia, cuja função consumo é dada por C = A + bY, onde A é o consumo autônomo e b é a propensão marginal a consumir, um crescimento da propensão marginal a consumir, ceteris paribus, irá provocar:
a redução do consumo da economia
a redução da poupança da economia
a manutenção da poupança da economia
o aumento do consumo e da poupança da economia
o aumento da renda da economia
Em relação ao modelo de ciclo de vida, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) As pessoas quando estão no período de juventude não despoupam nem tomam empréstimos, mesmo que a renda na fase adulta seja maior.
( ) Os recursos para que os indivíduos mantenham seu padrão de vida quando idosos se origina tanto da poupança espontânea como da imposição do governo via previdência pública.
( ) A propensão média a consumir é aproximadamente constante tanto no curto como no longo prazo, dado que a expectativa de renda do indivíduo é constante ao longo do seu ciclo de vida.
As afirmativas são, respectivamente,
V, V e V.
V, V e F.
V, F e V.
F, V e V.
F, V e F.
A função consumo tanto mostra o consumo como função da renda disponível quanto leva ao conceito de propensão marginal a consumir, o qual é definido como a medida da variação no consumo ocasionada pelo aumento de uma unidade monetária na renda disponível.
Analise a função consumo composta de consumo autônomo, propensão marginal a consumir dependente da renda corrente e os agregados da demanda agregada, a seguir.
Consumo autônomo:.................................................. $300 bilhões
Propensão marginal a consumir: ............................................ 70%
Investimento privado: ............................... 20% da Renda Nacional
Investimento público: ............................................... R$100 bilhões
Saldo da Balança Comercial: ..................................... –$50 bilhões,
Com base nas informações acima, assinale a alternativa que apresente o valor da Renda Nacional (PIB) corrente.
$350 bilhões.
$665 bilhões.
$1.650 bilhões.
$2.500 bilhões.
$3.500 bilhões.
Na avaliação social de projetos, o custo de oportunidade dos fundos públicos, de acordo com a abordagem de Harberger, é uma média ponderada entre a taxa de preferência intertemporal e a produtividade marginal do capital.
Sob a hipótese de equivalência ricardiana assumida pela escola neoclássica de pensamento, um corte de impostos financiado por dívida pública não tem impacto positivo na economia, pois não estimula decisões de gasto.
Uma operadora de plano de saúde cobra uma mensalidade atuarialmente justa quando o valor da mensalidade coincide com o valor esperado dos desembolsos que terá com o beneficiário.
De acordo com a hipótese do ciclo de vida, o consumo depende tanto da renda quanto da riqueza dos consumidores e implica, também, que a poupança varie, ao longo da vida, de maneira previsível.
De acordo com a teoria do ciclo de vida do consumo, além da renda corrente, todo o perfil futuro da renda contribui para explicar os níveis de consumo ao longo do seu tempo de vida.
Considerando o modelo de escolha intertemporal de consumo da questão anterior e a existência de estruturas de preferências, representadas por curvas de indiferenças tradicionais, uma elevação nas taxas de juros apresenta dois efeitos: renda e substituição. Supondo que a família é poupadora no presente e que o consumo seja de bens normais, podemos afirmar que:
os efeitos necessariamente se anulam, já que a família é poupadora
pelo fato da família ser poupadora, somente o efeito renda é relevante
tanto o efeito renda quanto o efeito substituição tendem a elevar o consumo nos dois períodos
tanto o efeito renda quanto o efeito substituição reduzem o consumo no primeiro período e aumentam o consumo no segundo período
o efeito renda tende a atuar no sentido de aumentar o consumo nos dois períodos ao passo que o efeito substituição tende a reduzir o consumo no primeiro período e aumentá-lo no segundo período
Considere o consumo das famílias e os gastos do governo num modelo de escolha intertemporal de 2 períodos: presente e futuro. Suponha que as decisões de consumo das famílias possam ser expressas a partir da seguinte equação, também conhecida como restrição orçamentária intertemporal das famílias num modelo de 2 períodos:
C1 + C2/(1 + r) = (Q1 - T1) + (Q2 - T2)/(1 + r)Ci = consumo no período i
Qi = produção no período i
Ti = impostos no período i
r = taxa real de juros.
Suponha ainda que o governo se depare com a seguinte restrição orçamentária intertemporal:
G1 + G2/(1 + r) = T1 + T2/(1 + r)
onde (para i = 1,2)
Gi = gastos do governo no período i
Podemos afirmar então que:
um corte nos impostos no presente tem maiores efeitos no consumo futuro, caso este corte não seja acompanhado por alterações no padrão de gastos do governo
um corte nos impostos no presente com certeza altera o consumo presente, independente de alterações no padrão de gastos do governo no presente e futuro
um corte nos impostos no presente atua no modelo de escolha intertemporal como no modelo keynesiano: o consumo é estimulado pelo aumento da renda disponível
se o governo corta os impostos no presente sem que ocorram alterações no padrão de seus gastos, presente e futuro, tanto o consumo presente quanto futuro ficam inalterados
um corte nos impostos não causa alterações no consumo, já que, em um modelo de escolha intertemporal, o consumo é exógeno