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Nos modelos de crescimento econômico endógeno, o(a)
crescimento da economia não é influenciado pela entrada de fatores exógenos, como a poupança externa.
crescimento não é limitado pela taxa de juros real praticada na economia.
resíduo de crescimento atribuído ao progresso técnico, no modelo de crescimento neoclássico de Solow, é modelado endogenamente.
explicação dos ciclos e das flutuações econômicas se baseia em fatores reais, e não monetários.
taxa de crescimento da economia, no estado estacionário, é igual à taxa de crescimento demográfico da população.
No Brasil, nas primeiras décadas do século XX, as dificuldades de importação de bens de consumo duráveis decorrentes de choques externos, como a 1a Guerra Mundial e a Grande Depressão de 1929, levaram à(ao)
maior abertura da economia brasileira para o exterior, a fim de obter divisas estrangeiras.
inflação intensa, devido à escassez da oferta de bens.
aceleração do processo de substituição de importações, devido às dificuldades de importar.
desenvolvimento com ênfase cada vez maior em exportações agrícolas, para pagar pelos produtos importados.
endividamento dos importadores brasileiros de bens industriais.
O crescimento econômico acelerado de um país muitas vezes reduz a pobreza e piora a distribuição de renda. Isso ocorre porque, com o crescimento,
faz-se necessário mais excedente para investir e o consumo precisa ser reduzido.
certos segmentos populacionais podem ficar à margem do processo de crescimento pela falta de homogeneidade entre os vários setores e as regiões do país.
a renda média das classes pobres cresce mais do que a renda média da população como um todo.
a renda média da população aumenta, mas a dispersão em torno da média diminui.
a produção de bens de consumo de massa precisa ser necessariamente aumentada.
Durante o período de 1968 até 1973, a economia brasileira apresentou taxas de crescimento real do PIB bem elevadas, taxas de inflação diminuindo, redução e eliminação de deficit no balanço de pagamentos. Tal evolução se tornou possível por causa de vários fatores, dentre os quais NÃO se encontra o(a)
quadro de ampla liquidez no mercado financeiro internacional.
política deliberada de captação de recursos externos para financiar o balanço de pagamentos.
política de minidesvalorizações cambiais, de acordo com a inflação, evitando variações bruscas no câmbio real.
redistribuição de renda para os pobres, expandindo rapidamente a demanda interna.
existência de capacidade ociosa na economia.
O modelo de crescimento neoclássico simples de Solow difere do modelo de crescimento de Harrod-Domar porque
não admite o crescimento populacional.
permite a substituição entre os fatores de produção, capital e trabalho.
supõe uma taxa de poupança variável no tempo.
admite o desemprego dos fatores de produção.
nunca alcança um estado estacionário.
Uma economia hipotética com governo é caracterizada da seguinte forma:
-
Valores em milhões de reais | Valor bruto da produção | Insumos |
Trigo | R$200 | 0 |
Farinha | R$400 | R$200 de trigo |
Pão | R$400 | R$200 de farinha |
-
• O lucro total pago é igual a R$300 milhões.
• O total gasto com o pagamento de juros e aluguéis é igual a R$250 milhões.
• O consumo total das famílias é igual a R$600 milhões.
-
Com base nos dados, pode-se afirmar que:
A renda total desta economia é igual a R$1200 milhões.
O pagamento com salários desta economia é igual a R$250 milhões.
O PIB desta economia é igual a R$600 milhões.
O consumo do governo é igual a zero.
O consumo do governo é de R$300 milhões.
A geração e a reprodução das desigualdades de renda no Brasil, que figuram entre as mais elevadas no mundo, decorrem, principalmente, do processo de formação e de distribuição das oportunidades educacionais no país.
Os modernos modelos de crescimento econômico endógeno
não têm estado estacionário.
não têm equilíbrio de curto prazo.
desconsideram o papel do investimento em infraestrutura e em capital fixo no crescimento econômico.
enfatizam o crescimento populacional e as riquezas naturais, como os fatores mais importantes para o crescimento econômico.
explicam, no âmbito do próprio modelo, o resíduo de crescimento atribuído pelos modelos exógenos ao progresso tecnológico.
O Brasil passou por várias fases ou vários ciclos econômicos, durante o século XX, caracterizados como de
I - economia agroexportadora até, aproximadamente, 1930.
II - industrialização, substituidora de importações, acelerada a partir de 1930.
III - crescimento intenso das exportações, aproveitando o mercado externo, a partir de 1930.
IV - aprofundamento da substituição de importações, de matérias-primas, máquinas e equipamentos industriais, com o II PND.
Está(ão) correta(s) APENAS a(s) característica(s)
I.
II.
III.
I, II e III.
I, II e IV.
O desenvolvimento industrial observado no Brasil e em várias economias da América Latina nas décadas de 50 e 60 do século XX deveu-se, em grande parte, ao fluxo considerável de capital estrangeiro direcionado para os setores financeiro e industrial.
No modelo de crescimento neoclássico desenvolvido por Solow, na década de 1960, a taxa de crescimento de equilíbrio de longo prazo
independe da taxa de poupança.
independe da taxa de crescimento da força de trabalho.
é igual à taxa de poupança.
diminui com os aumentos da taxa de poupança.
aumenta com o nível de renda alcançado.
No modelo de crescimento neoclássico de Solow, supondo-se nulo o crescimento da força de trabalho e inexistência de melhorias tecnológicas, a economia tende para um estado estacionário cujo valor é medido
pelo produto da propensão marginal a poupar pela taxa de depreciação da economia.
pelo quociente entre a propensão marginal a consumir e a propensão marginal a poupar.
pela multiplicação da propensão marginal a consumir pela taxa de depreciação da economia.
pelo quociente da taxa de poupança pela taxa de depreciação da economia.
pela soma da taxa de poupança com a propensão marginal a consumir da economia.
A Equivalência Ricardiana é uma proposição sobre a(o)
necessidade de equilibrar o orçamento do setor público, evitando déficits ou superávits.
forma de financiamento do gasto público, sendo indiferente para os contribuintes o uso de impostos ou de endividamento.
vantagem comparativa similar de países com a mesma dotação de fatores de produção.
eficácia das políticas fiscal, monetária e cambial, quando as expectativas se formam racionalmente.
aumento do valor adicionado, no caso das exportações de produtos industrializados pelos países em desenvolvimento.
Considere o texto a seguir: “Tanto o Estado da Bahia quanto outros Estados da região têm se beneficiado, nos últimos anos, de significativos investimentos em alguns setores da economia nacional. A região, antes desprestigiada, pós-planos econômicos, está melhorando a sua participação no mercado nacional. A Bahia, com forte crescimento no mercado regional, tem assumido crescente importância na atração de capitais, exercendo a liderança dos Estados nordestinos. Alguns fatores têm permitido que o produto manufaturado no Nordeste pudesse chegar ao núcleo principal do mercado nacional com preços competitivos.” Em relação aos fatores que contribuíram/possibilitaram o crescimento e desenvolvimento econômico da Bahia, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Baixo custo de mão-de-obra, incentivos fiscais e escala mínima do mercado regional.
II. Bons salários, pagos pelas empresas que passaram a instalar-se na região.
III. Expansão da fronteira agrícola, focada no crescimento significativo da produção de grãos no oeste da Bahia e na fruticultura.
IV. A existência de um ambiente favorável às novas oportunidades de investimentos, do ponto de vista institucional, que passa pela capacidade do governo de organizar instituições públicas, articulando-as com as privadas, de forma a constituir um clima propício ao crescimento econômico e assegurar a estabilidade das regras do jogo.
O gráfico abaixo espelha de maneira simplificada o índice de Gini e a Curva de Lorenz.

Considerando-se o gráfico, é correto afirmar que:
esse gráfico indica que 80% da população mais pobre possui menos que 40% da renda acumulada da economia;
quando a renda é perfeitamente distribuída, a Curva de Lorenz, evidenciada por conter o ponto D, está mais próxima dos eixos que contém os pontos ACB;
quando a Curva de Lorenz, evidenciada por conter o ponto D, está mais próxima da curva AB, mais mal distribuída está a renda do país;
o índice de Gini relaciona a área entre a Curva de Lorenz e a reta AB com a área do triângulo ACB, sendo utilizado para medir o grau de concentração de renda;
o índice de Gini consiste em um número entre 0 e 1, onde 1 corresponde à completa igualdade.
Um dos indicadores sociais mais relevantes de um país é aquele que mede o analfabetismo. O grau de analfabetismo de uma população é medido com base na taxa da população com 15 anos de idade ou mais que não sabe ler e escrever um simples bilhete. O Brasil, em que pese as desigualdades regionais nesse indicador, vem conseguindo reduzir a taxa de analfabetismo e, por consequência, a quantidade de brasileiros que não sabem ler nem escrever.
O crescimento dos gastos públicos nas economias dos países em desenvolvimento ocorrido nas últimas décadas contraria a Lei de Wagner.
Na figura apresentada, o ponto C mostra que aproximadamente 80% das pessoas detêm 50% da renda, ou seja, os 20% mais ricos detêm 64% da renda desse país. A reta AB representa uma situação hipotética de perfeita igualdade, ou seja, aquela em que a renda de cada indivíduo é igual à renda média da sociedade.
Os mecanismos de proteção à renda do trabalhador, utilizados no Plano Cruzado, incluíram o reajuste automático dos salários e a preservação dos dissídios coletivos.