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O processo de desenvolvimento econômico, mesmo em sua concepção mais restrita, que o identifica com o crescimento econômico, envolve não somente a expansão da produção, mas também modificações qualitativas na estrutura da produção e do emprego.
Por intermédio das políticas de emprego classificadas como passivas, tais como o seguro-desemprego, a formação profissional e o apoio aos micro e pequenos empreendimentos, busca-se amenizar a condição financeira desfavorável do desempregado.
O fato de que os países mais pobres tendem a apresentar taxas de crescimento mais elevadas que aquelas que prevalecem nos países mais ricos vai de encontro ao denominado efeito de alcance (catch-up effect).
Em uma economia schumpeteriana sem desenvolvimento, é fundamental o surgimento de líderes empresariais.
Dois países com a mesma taxa de crescimento populacional e com acesso às mesmas tecnologias terão os mesmos níveis de produção e renda no estado estacionário.
Uma queda no índice de Gini indica melhoria na distribuição de renda da população considerada.
No modelo de crescimento econômico de Solow, sem progresso tecnológico, a taxa de crescimento do produto real da economia, no estado estacionário, é igual a(à)
zero
6% ao ano
taxa de crescimento da força de trabalho
taxa de poupança interna
taxa de inflação do ano anterior
Estratégias de desenvolvimento mediante a substituição de importação, por se basearem nas vantagens comparativas, garantiram, aos países que as adotaram, fortes taxas de crescimento da renda per capita.
Uma meta de política monetária para o Banco Central, fundamentada em determinado agregado monetário, depara-se com a dificuldade de
ser aplicável somente se a economia não for aberta para o exterior.
necessitar de superávits orçamentários do governo, para poder ser aplicada.
gerar um desemprego médio mais elevado do que a taxa natural de desemprego.
desconsiderar a instabilidade da relação moeda-renda, qualquer que seja a definição de moeda escolhida.
promover o crescimento do produto potencial da economia.
Arrow e Sheshinski consideram a possibilidade da incorporação de progresso tecnológico nos modelos de crescimento por meio do mecanismo denominado de learning-by-doing. Assim sendo,
pode-se afirmar que esses modelos são incompatíveis com o pressuposto neoclássico de um mercado perfeitamente competitivo.
nesses modelos, o equilíbrio não se configurava como uma situação Pareto-Ótimo.
em tais modelos, o aprendizado ocorria de forma intencional e tinha a característica de um bem público, cuja difusão não era instantânea.
nesses modelos, a otimalidade paretiana não seria garantida por meio da presença do chamado “ditador benevolente”, ou seja, um governo que garanta a manutenção da lei e da ordem, a oferta de infra-estrutura básica, etc..
nesses modelos, o mercado fornece equilíbrio eficiente devido à existência de externalidades e a sua não completa apropriação por parte de quem as gerou.
Os programas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) e o Programa de Microcrédito (PMC), diferem das linhas de apoio financeiro por serem transitórios e possuírem, via de regra, dotação de recursos e(ou) prazo de vigência.
Nas economias subdesenvolvidas, como é o caso da brasileira, a abertura para o mercado externo provoca, em princípio, uma evasão de divisas por meio da remessa de lucros e demais serviços de capital, mas, apesar disso, aumentos eventuais das reservas internacionais podem ser verificados.
Acerca do período entre 1968 e 1973, conhecido como a época do milagre brasileiro, assinale a opção correta.
A expansão econômica dos setores de bens de capital e bens intermediários diminuiu a pressão sobre as importações.
Não havia condições econômicas estruturais para justificar o crescimento verificado durante esse período.
O crescimento da economia mundial durante esse período favoreceu as taxas de crescimento observadas no Brasil.
Embora tenha havido elevadas taxas de crescimento no Brasil, a inflação do período também cresceu muito.
Nesse período, o diagnóstico sobre as causas da inflação foi alterado, passando-se a considerar a inflação de demanda.
Os indicadores sociais e de renda fornecem informações que dizem respeito diretamente à qualidade de vida da população brasileira e de outros países. Em relação a esse assunto, assinale a opção correta.
A pobreza da população de um país somente pode ser medida em comparação com os mesmos índices de outro país.
Embora a expectativa de vida, no Brasil, tenha aumentado nos últimos anos, os indicadores de saneamento básico mostram uma piora do quadro social.
No índice de desenvolvimento urbano (IDH), estão incluídos indicadores de renda, de saúde da população e de condições de educação.
Quanto maior for o índice de Gini de um país, mais próxima sua curva de Lorenz estará da reta de renda perfeitamente distribuída.
Quando a renda média das famílias aumenta, ocorre necessariamente uma diminuição no índice de concentração de renda.
No Brasil, nas primeiras décadas do século XX, as dificuldades de importação de bens de consumo duráveis decorrentes de choques externos, como a 1a Guerra Mundial e a Grande Depressão de 1929, levaram à(ao)
maior abertura da economia brasileira para o exterior, a fim de obter divisas estrangeiras.
inflação intensa, devido à escassez da oferta de bens.
aceleração do processo de substituição de importações, devido às dificuldades de importar.
desenvolvimento com ênfase cada vez maior em exportações agrícolas, para pagar pelos produtos importados.
endividamento dos importadores brasileiros de bens industriais.
O crescimento econômico acelerado de um país muitas vezes reduz a pobreza e piora a distribuição de renda. Isso ocorre porque, com o crescimento,
faz-se necessário mais excedente para investir e o consumo precisa ser reduzido.
certos segmentos populacionais podem ficar à margem do processo de crescimento pela falta de homogeneidade entre os vários setores e as regiões do país.
a renda média das classes pobres cresce mais do que a renda média da população como um todo.
a renda média da população aumenta, mas a dispersão em torno da média diminui.
a produção de bens de consumo de massa precisa ser necessariamente aumentada.
A partir de 1974 e até o final da década de 1970, o Brasil teve um percurso marcado por
taxas de crescimento anuais do PIB real sempre acima de 9% a.a.
um crescente endividamento externo.
um processo inflacionário declinante.
saldos em conta-corrente do balanço de pagamentos invariavelmente positivos.
forte expansão do mercado interno, devido aos esforços de redistribuição de renda.
O Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG), adotado em 1964 pelo governo Castelo Branco, incluiu algumas medidas importantes, como o(a)
aumento do salário real, para expandir o mercado interno.
congelamento dos aluguéis e das tarifas públicas, para combater a inflação.
redução do déficit orçamentário do setor público, para combater a inflação.
concessão de crédito a juros reais baixos, para manter o nível da demanda agregada elevado.
redistribuição de renda em favor das classes populares, para expandir o mercado interno.