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O governo de Ernesto Geisel lançou o II Plano Nacional de Desenvolvimento para superar o subdesenvolvimento do país, assegurando a continuidade do crescimento econômico. Entretanto, seu pacote de investimentos não englobou a expansão da geração de energia elétrica, a expansão da produção de insumos industriais e a ampliação da produção interna de petróleo.
A crise econômica decorrente do grande aumento dos preços do petróleo, em 1973, teve como resposta, no Brasil, a adoção do II Plano Nacional de Desenvolvimento (II PND). A execução de tal plano
freou o crescimento da economia brasileira para reduzir as importações de petróleo.
aumentou a demanda interna por bens de consumo, ao redistribuir a renda para as classes mais pobres.
reduziu o endividamento externo do Brasil por meio de uma política de diminuição das importações.
causou um impacto deflacionário sobre a economia brasileira, provocado pela forte recessão doméstica.
buscou superar a dependência externa, investindo na ampliação da produção doméstica de bens de capital e de petróleo.
Assinale a opção correta acerca dos planos de estabilização da economia brasileira.
No Plano Real, a valorização da nova moeda contribuiu para baixar a inflação, acabar com a deterioração da balança comercial e diminuir a vulnerabilidade frente às crises externas.
A condução do II Plano Nacional de Desenvolvimento (II PND) não foi acompanhada pelo aumento da dívida externa, mas pelo significativo aumento da dívida interna.
Sob a regência do II PND, o controle sobre o reajuste de preços e tarifas foi uma das causas do aumento no endividamento externo das empresas estatais.
O Plano de Metas do Governo Kubitschek foi implementado com sucesso, alcançando a maioria das metas para o setor público e privado. Nesse período, a economia cresceu com taxas aceleradas e ambiente político democrático, mas perdeu o controle sobre a estabilidade do nível de preços.
O Plano Collor, ao contrário do Plano Cruzado, considerou a hipótese de inercialidade da inflação como um de seus fundamentos.
O grande aumento dos preços do petróleo, no início da década de 1970, fez-se acompanhar, no Brasil, pela(o)
redução da taxa de crescimento do PIB real.
redução da dívida externa.
redistribuição de renda para as classes mais pobres.
aumento das reservas internacionais em divisas estrangeiras.
aumento do superavit do balanço comercial.
O Plano Nacional de Desenvolvimento II (II PND), anunciado em 1974, visou, fundamentalmente, a
promover o desenvolvimento das regiões mais pobres do país.
conter a inflação causada pelo período de forte crescimento de 1968 a 1973.
fazer um ajuste estrutural na economia brasileira, investindo nos “pontos de estrangulamento”.
redistribuir a renda para as classes mais pobres e expandir o mercado interno.
colocar a economia brasileira em recessão para equilibrar seu balanço comercial.
A descentralização espacial dos projetos de investimentos e o financiamento dos investimentos das empresas estatais por meio do endividamento externo caracterizaram o II Plano Nacional de Desenvolvimento, dando-lhe, assim, o suporte político financeiro para a sua implementação.
O grande aumento do preço internacional do petróleo, em 1973, teve, já no ano seguinte, consequências importantes para as economias brasileira e mundial, entre as quais NÃO se encontra o(a)
substancial déficit do balanço comercial brasileiro.
crescimento da dívida externa do Brasil.
aumento das taxas de juros internacionais.
recessão nos países industrializados.
aceleração do crescimento do PIB real brasileiro.
Em fins de 1974, o Governo Federal lançou o II Plano Nacional de Desenvolvimento (II PND). Com relação ao referido Plano, não se pode dizer que:
o Plano significou uma alteração completa nas prioridades da industrialização brasileira do período do "Milagre" econômico.
para realizar o II PND, o Estado foi assumindo um passivo, para manter o crescimento econômico e o funcionamento da economia.
a meta do II PND era manter o crescimento econômico em torno de 5% a.a., com crescimento industrial em torno de 6% a.a.
a dívida externa cresceu rapidamente no período 74/79, pois a busca por recursos externos também serviu para cobrir o "hiato de divisas" existente na execução do Plano.
o Plano propunha uma alteração na estrutura produtiva brasileira de modo que, a longo prazo, diminuísse a necessidade de importações e fortalecesse a capacidade de exportar de nossa economia.
Os esforços de promoção do desenvolvimento econômico empreendidos no âmbito do II Plano Nacional de Desenvolvimento contaram não somente com inversões públicas, mas também com estímulos diversos ao investimento privado, exceto aqueles representados pelas barreiras comerciais, formadas pelos impostos de importação, fortemente reduzidos nesse período.
No âmbito do II PND, o investimento estatal cresceu mais rápido que o investimento privado, resultando na queda da participação das inversões privadas na formação bruta de capital fixo da economia brasileira.
No âmbito do II PND, a expansão dos investimentos das empresas estatais teve como contrapartida a geração de deficits fiscais expressivos, combinada com uma forte elevação da carga tributária.
Os avanços verificados no âmbito do II PND — incluindo-se aí aqueles ligados ao processo de substituição de importações, à redução da dependência externa em relação ao petróleo e à expansão e diversificação das exportações — foram possíveis graças à política agressiva de endividamento externo.
O foco do II PND (Plano Nacional de Desenvolvimento) foi eliminar as restrições, tanto estruturais como externas, ao crescimento da economia brasileira, mediante investimentos nos setores de infra-estrutura, bens de produção, energia e exportações.
Na elaboração do II Plano Nacional de Desenvolvimento (PND), atendendo-se orientação de um capitalismo nacional com perfil liberal, foi reduzida, drasticamente, a participação do setor público nos investimentos realizados no âmbito desse plano.
O II Plano Nacional de Desenvolvimento (IIPND) que priorizou investimentos no setor agrícola com o objetivo de ampliar as exportações, é considerado o início da revolução agrícola brasileira.
O II PND (1975-1979), implantado pelo governo Geisel, tinha como um dos objetivos eliminar os estrangulamentos estruturais da economia através de um forte programa de privatizações.
No que diz respeito ao desenvolvimento da economia brasileira contemporânea, assinale a opção correta.
No período de crescimento acelerado (1968-1972), a expansão da demanda agregada foi viabilizada pelo aumento do investimento público, pela adoção de políticas fiscais e monetárias expansionistas, bem como pela utilização de um sistema de incentivos à exportação de produtos manufaturados.
Parte substancial dos investimentos realizados no âmbito do II Plano Nacional de Desenvolvimento foi financiada com recursos do setor privado, impulsionado pelas elevadas taxas de poupança então prevalecentes na economia brasileira.
No período 1981-1990, apesar do baixo crescimento da renda média, ocorreram melhoras substanciais na distribuição de renda.
O aumento expressivo da pobreza no período entre 1995 e 2002 vai de encontro à idéia de que a estabilidade macroeconômica constitui um instrumento efetivo para elevar as condições de vida da população mais pobre.
Embora a desigualdade educacional seja elevada no Brasil, o prêmio à escolaridade é muito baixo, sugerindo, pois, que as disparidades de renda não decorrem dessa desigualdade.
No II Plano Nacional de Desenvolvimento, o crescimento econômico baseou-se, sobretudo, na expansão dos setores que produziam bens de capital e insumos básicos.
A viabilização do II Plano Nacional de Desenvolvimento (II PND) fez-se, em parte, mediante o financiamento dos investimentos privados com base em linhas especiais de crédito a juros subsidiados, contraídos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico.