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O II Plano Nacional de Desenvolvimento (PND), embora tendo atingido suas metas em termos de mudanças estruturais, contribuiu para a crise da dívida externa, em razão de ter sido viabilizado, em grande parte, pelo aumento do endividamento externo.
Os investimentos realizados no âmbito do II PND (Plano Nacional de Desenvolvimento), que visava eliminar as restrições estruturais e externas ao crescimento, concentraram-se nos setores de bens de capital, energético e exportador, excluindo-se, porém, investimentos em infraestrutura.
Nos anos 70 do século XX, o orçamento geral da União (OGU) concentrava a grande maioria dos gastos públicos, incluindo-se aí as contas das empresas estatais e a conta da dívida pública.
No período entre as duas crises do Petróleo (1974 e 1978), o crescimento do PIB no Brasil foi superior ao dos demais países desenvolvidos, conforme tabela abaixo.

Que ação do Governo explica o comportamento da economia brasileira no período considerado?
Implementação do I PND, baseada nas orientações do FMI, priorizando os ajustes macroeconômicos.
Adoção do programa oficial de financiamento às exportações de produtos primários, gerando as reservas necessárias às importações de bens de capital.
Implantação do II PND, baseada em linhas de crédito externo para financiar a substituição de importações de bens de produção.
Adoção de política de incentivo aos investimentos diretos estrangeiros na economia brasileira, voltados para os setores de bens de consumo não duráveis.
A alta do preço da gasolina, nos anos 70 do século passado, explica, em parte, o aumento substancial da importação de carros japoneses pelos Estados Unidos, durante esse período.
O Governo Federal investiu R$ 100 milhões de reais em 2004 e deve aplicar ainda mais nos próximos 2 anos para se adaptar às novas formas internacionais de segurança marítima. Situação bem diferente daquela vivenciada em 1982, quando muitos países em desenvolvimento se viram com problemas com a dívida externa, levando à insolvência polonesa e argentina e à moratória mexicana, no chamado �setembro negro� (1982), o que provocou o rompimento completo do fluxo de recursos voluntários aos países em desenvolvimento, inclusive o Brasil. No Brasil, esse processo levou a um ajustamento externo, de busca de superávits e aprofundou-se a partir de fins de 82, sob a tutela do FMI, órgão que visava fundamentalmente garantir o pagamento da dívida externa. A política adotada baseava-se:
I - na contenção da demanda agregada, por meio da redução do déficit público, com redução dos gastos públicos, principalmente investimentos; aumento da taxa de juros interna e restrição do crédito; redução do salário real, mediante critérios de subindexação dos salários contidos na política salarial, e do desemprego gerado pelo quadro recessivo.
II - em tornar a estrutura de preços relativos favorável ao setor externo. Nesse sentido, observaram-se: intensa desvalorização real do cruzeiro, levando à elevação na relação câmbio/salário.
III - elevação do preço dos derivados de petróleo; estímulo à competitividade da indústria brasileira, por meio da contenção de alguns preços públicos e de subsídios e incentivos à exportação.
Analise as afirmativas acima e assinale a alternativa correta.
Todas as afirmativas estão certas.
Todas as afirmativas estão erradas.
Apenas as afirmativas I e II estão certas.
Apenas as afirmativas I e III estão certas.
Apenas as afirmativas II e III estão certas.
As afirmações abaixo se referem ao II Plano Nacional de Desenvolvimento (II PND), de 1974.
I - Concentrou seus esforços de investimentos nos setores de infra-estrutura, com particular atenção para a área de energia.
II - Contou com investimentos basicamente implementados pelas empresas estatais.
III - Marcou um período de forte desaceleração do ritmo de crescimento da economia brasileira.
É(São) correta(s) a(s) afirmação(ões):
I.
II.
III.
I e II.
II e III.
O II Plano Nacional de Desenvolvimento (II PND), no período 1974-1979, representou, de acordo com seus gestores, a tentativa do governo Geisel de complementar o processo de substituição de importações no País e elevar sua capacidade de exportação. Em relação ao período anterior, conhecido como Milagre Econômico (1968-1973), quais foram as principais mudanças no perfil de investimento?
Foco nos setores de bens de capital e bens intermediários, com menor participação do setor de bens duráveis de consumo.
Redução da participação estatal na composição do perfil da dívida externa brasileira no período.
Aumento da participação dos investimentos privados nos setores de infra-estrutura básica.
Aumento da parcela de títulos de dívida externa com taxas de juros pré-fixadas.
Elevação significativa das exportações a partir de 1976, sobretudo das empresas produtoras de bens de consumo durável.
Em relação aos chamados Planos Heterodoxos adotados no Brasil a partir dos anos 80 do século passado, podemos afirmar que:
foram elaborados a partir de critérios considerados tecnicamente corretos pelos economistas neoclássicos.
tiveram como um dos objetivos fundamentais o controle da inflação.
conseguiram implantar um orçamento fiscal equilibrado.
a correção monetária foi desativada nos contratos em geral a partir desses planos.
adotou-se a partir desses planos uma política cambial flutuante, sem intervenções do Banco Central.
Quais foram as principais fontes de financiamento do II Plano Nacional de Desenvolvimento?
Investimentos externo diretos das empresas multinacionais, demandados pelo plano.
Recursos públicos de investimento, de acordo com as solicitações do plano.
Empréstimos externos em geral, demandados principalmente pelas empresas estatais.
Empréstimos de governos estrangeiros, demandados pelos projetos do setor público.
Empréstimos de organismos internacionais, demandados pelas empresas privadas.
Era objetivo do II Plano Nacional de Desenvolvimento (II PND) implantado no Governo Geisel:
promover o crescimento da oferta interna de bens de capital e de insumos básicos, dando continuidade ao processo de substituição de importações.
estimular o crescimento da produção dos bens de consumo duráveis de alto luxo.
estabilizar o crescimento da economia no mesmo ritmo do crescimento demográfico.
redistribuir renda às camadas mais pobres da população.
aumentar o volume de importações de bens de consumo.
Os setores privilegiados no II PND foram:
bens de consumo duráveis;
agricultura familiar e bens de capital;
eletrônica de consumo e agricultura de exportação;
bens intermediários;
serviços e construção civil.
À exceção do anexo II do IV Plano Nacional de Desenvolvimento, que dispunha acerca das medidas antiinflacionárias a longo prazo, os planos de estabilização visavam o controle macroeconômico a curto prazo e incluíam medidas tais como tabelamento de preços e alongamento unilateral do perfil da dívida interna.
O crescimento da economia brasileira foi, até 1973/1974, liderado pela indústria de bens de consumo duráveis, destinados, majoritariamente, às camadas de poder aquisitivo médio e alto.