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Em um mundo em rápida transformação, funcionários permanentes limitam a flexibilidade da Organização. Um grande contingente de mão de obra permanente, por exemplo, restringe as opções gerenciais e aumenta os custos das organizações que sofrem os altos e baixos dos ciclos do mercado. Portanto, __________________________________ é um expediente que vem sendo usado em Organizações do mundo inteiro na busca de melhor adequação dos seus quadros de pessoal.
A lacuna acima se preenche com a seguinte alternativa:
Se essa economia passar a ser regulamentada por um conjunto de leis que permitam maior flexibilidade nas relações trabalhistas, o resultado será o deslocamento para baixo da curva de determinação salarial, com redução da taxa natural de desemprego.
O aumento da quantidade de moeda desloca para a direita a curva de equilíbrio monetário, o que proporciona redução da taxa de juros, aumento do produto e do emprego e redução do salário real.
Na Macroeconomia Clássica:
a demanda de moeda da economia é função infinitamente elástica da taxa de juros.
a oferta de trabalho é função decrescente do salário real.
a oferta agregada é infinitamente elástica em relação ao nível geral de preços.
a demanda de trabalho é função crescente do salário real.
a poupança da economia é função crescente da taxa de juros.
No modelo em apreço, não há desemprego involuntário.
O modelo em questão é do tipo clássico, no sentido que o mercado de trabalho está sempre em equilíbrio, aplicando-se a ele a proposição da dicotomia clássica.
Na economia em questão, as firmas conseguirão contratar a quantidade desejada de trabalhadores, bastando que seja respeitada a condição de o salário real ser maior ou igual à produtividade marginal do trabalho.
Com relação ao modelo clássico, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O aumento da produtividade do trabalho eleva a produção numa quantia maior do que o aumento decorrente da elevação do número de trabalhadores no processo produtivo.
( ) A redução da produtividade do trabalho reduz a oferta de trabalho e, consequentemente, o nível de emprego.
( ) A fixação de um salário real acima do de equilíbrio, eleva a curto prazo a produção, porque os trabalhadores estarão mais dispostos a ofertar trabalho.
( ) A função de demanda por trabalho é decrescente no plano salário real-nível de emprego e apresenta a sua concavidade voltada para cima.
A sequência está correta em
V, F, F, F
F, V, F, V
V, V, F, F
F, F, V, V
V, V, V, V
Os clássicos enunciam que o salário real corresponde ao acréscimo do consumo de bens para cada adicional de trabalho, o que representa o conceito de:
produtividade marginal do trabalho crescente
custo de oportunidade de lazer
utilidade marginal do trabalho
vantagem comparativa
taxa de sacrifício
Uma característica importante do modelo macroeconômico clássico é a(o)
ilusão monetária dos agentes econômicos.
rigidez dos preços e dos salários nos mercados da economia.
produção ser determinada apenas pelo lado da oferta.
desequilíbrio permanente no mercado de trabalho.
desconhecimento dos preços por parte dos agentes econômicos.
No modelo clássico, a curva de demanda de trabalho negativamente inclinada é consistente com a existência de uma função de produção agregada que apresente produtividades marginais decrescentes nos fatores de produção.
Considerando que a oferta agregada no modelo clássico relaciona-se negativamente com os salários nominais, os aumentos salariais decorrentes de processos de indexação inflacionária reduzirão a produção e o emprego.
No modelo macroeconômico clássico, o produto real e o emprego total na economia são determinados pela(o)
oferta agregada, utilizando plenamente os fatores de produção.
oferta monetária total disponibilizada pelo Banco Central.
demanda pelos bens de investimento por parte dos empresários.
demanda pelos bens de consumo por parte das famílias.
nível da demanda agregada.
Sobre a Escola Clássica (Liberalismo) é correto afirmar:
trata-se de um sistema econômico baseado na livre- -empresa, mas com acentuada participação do Estado na promoção de benefícios sociais, com o objetivo de proporcionar padrões de vida mínimos, desenvolver a produção de bens e serviços sociais, controlar o ciclo econômico e ajustar o total da produção, considerando os custos e as rendas sociais.
admite, por princípio, que a ação do Estado deve restringir-se ao mínimo indispensável, como a defesa militar, a manutenção da ordem, a distribuição da justiça e pouco mais, pois a iniciativa privada faz melhor uso dos recursos públicos.
deu-se a partir das décadas de 1980 e 1990, a reboque da crise fi scal, do início do processo de globalização da economia e da ineficiência do Estado na produção de bens e serviços.
de caráter nacionalista e intervencionista, preconiza para o Estado uma política econômica e financeira fundada na maior posse de dinheiro e metais preciosos, acreditando que nisso reside a base da prosperidade.
corresponde fundamentalmente às diretrizes estatais aplicadas nos países desenvolvidos por governos social- -democratas. Nos Estados Unidos, certos aspectos de seu desenvolvimento ocorreram, particularmente, no período de vigência do New Deal.
Aumentos da demanda de trabalho elevam tanto o nível de emprego como o produto potencial da economia.
Em relação aos Modelos Macroeconômicos Clássico e Keynesiano é correto afirmar que:
no Modelo Clássico, a taxa de juros é um fenômeno real, sendo determinada pela oferta de poupança e pela demanda de investimentos. Na Teoria Keynesiana, a taxa de juros é um fenômeno monetário, dado que é determinada pelo encontro da oferta de moeda com a demanda de moeda.
no Modelo Clássico, uma variação no volume dos meios de pagamentos afeta apenas o nível de preços na mesma proporção. Por outro lado, no Modelo Keynesiano, uma variação no volume dos meios de pagamentos pode afetar preços ou não, dependendo do impacto na demanda especulativa da moeda, do nível da taxa de juros, câmbio e inflação.
de acordo com o Modelo Keynesiano, pode existir recursos ociosos, ou seja, renda aquém do pleno emprego. Já no Modelo Clássico não é considerada a possibilidade de recursos ociosos, embora considere a possibilidade de desemprego do fator mão-de-obra.
os pilares do Modelo Clássico são: 1) a economia opera em pleno emprego; 2) a velocidade renda da moeda é constante; 3) a oferta cria sua própria demanda; 4) a taxa de juros é um fenômeno não monetário; 5) a Taxa de Câmbio sempre é flutuante. Os pilares do Modelo Keynesiano são: 1) possibilidade de equilíbrio macroeconômico com desemprego; 2) escassez de demanda agregada; 3) taxa de juros como fenômeno tipicamente monetário; 4) intervenção governamental como instrumento de conduzir a economia ao pleno emprego; 5) a Taxa de Câmbio sempre é fixa uma vez que não reflete as variações reais da economia e sim os desequilíbrios na condução da política monetária que resultam em inflação e desestabilização do câmbio.
Para os economistas clássicos, no longo prazo, a curva de oferta agregada é vertical porque a produção depende apenas das disponibilidades dos fatores produtivos e da tecnologia existente para transformar estes insumos em produtos.