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Assinale a alternativa correta que diz respeito efetivamente à teoria quantitativa da moeda.
Suponha uma variação na quantidade de moeda, se sua velocidade de circulação é estável, isto causará uma variação, na mesma direção, no produto nacional em termos nominais.
Para a teoria quantitativa da moeda, a velocidade de circulação da moeda, em uma determinada economia, é instável.
Em um determinado país, uma variação na quantidade de moeda causa aumentos nos gastos do governo (deste país).
Para a teoria quantitativa da moeda, a quantidade de moeda em circulação não afeta nem o nível da renda, nem o nível de preços em uma economia.
Pela teoria quantitativa da moeda, a quantidade de moeda determina o nível de taxa de juros e, por conseguinte, a taxa corrente de investimento.
Sobre a Moeda é correto afirmar que:
A teoria quantitativa da moeda, em sua forma clássica, propõe que o nível de preços é sempre inverso ao estoque monetário.
Possui três funções: meio de troca, unidade de conta e reserva de valor.
O estoque monetário nominal em uma economia é sempre igual ao estoque monetário real.
Possui três funções: meio de troca, conversão internacional e financiamento do balanço de pagamentos.
Sejam as seguintes equações que descrevem o comportamento de uma economia de um determinado país. Suponha que tal economia seja fechada (sem transações com o exterior) e que a demanda real de moeda é expressa por (M/P) = 0,4Y — 40i, em que Y representa a renda (ou o produto) real desta economia e ia taxa real de juros. A curva IS é dada pela equação Y= 1.300 — 2.000i, a renda real de pleno emprego é 1.000, enquanto o nível geral de preços é (constante e) igual a 1.
A partir de tais informações, marque a opção abaixo que contempla o valor da oferta de moeda e bem como da taxa de juros necessárias para o pleno emprego (ou seja, os valores do estoque de moeda e da taxa real de juros necessários para fazer com que a LM intercepte a curva IS ao nível da renda de 1.000 de pleno emprego).
M=500;i=0,10 (i= 10%).
M=394;i=0,15(i=15%).
M=549:i=0,10 (i= 10%).
M=433;I=0,15(1=15%).
M=900;I=0,10 (I=10%)
Sobre o multiplicador monetário e a determinação da oferta de moeda, é correto afirmar que:
o multiplicador monetário é diretamente proporcional aos encaixes compulsórios sobre depósitos à vista mantidos pelos bancos comerciais.
o multiplicador monetário é diretamente proporcional à velocidade de circulação da moeda.
se a razão entre reservas e depósitos à vista mantidos pelos bancos é de 10% e a razão entre os ativos em moeda e em depósitos à vista mantidos pelo público é de 15%, o multiplicador monetário é de 1,5.
o multiplicador monetário é expresso em termos das relações funcionais que definem a expansão ou o limite de crescimento da liquidez da economia promovida pelos bancos comerciais.
a determinação da oferta de moeda depende exclusivamente da interação entre o Banco Central e os bancos comerciais.
No Brasil, as reduções observadas nas taxas de juros diminuem o custo de oportunidade da detenção de moeda e, portanto, contribuem para expandir a demanda de moeda.
Uma economia com moeda lastreada pelo padrão-ouro não necessita de norma jurídica que a garanta.
Quando a moeda é determinada por alguma norma jurídica, é chamada de moeda fiduciária.
Quando o BC vende títulos do Tesouro em uma operação de open market,
a oferta de moeda diminui.
a taxa de juros nominal cai.
o compulsório dos bancos aumenta.
as reservas voluntárias dos bancos aumentam.
a demanda agregada e o nível geral de preços aumentam.
Paul Singer afirma, em Aprender Economia (São Paulo: Contexto, 2004), que "hoje há dois tipos de moeda funcionando no Brasil: moeda legal e moeda escritural" (p. 53).
A este respeito e de acordo com o autor, assinale a alternativa correta:
antigamente a moeda legal era emitida por bancos privados; hoje é emitida pelo Banco Central e mantém relação direta com a moeda-mercadoria;
a moeda escritural é constituída por pedaços de papel que não têm nenhum valor em si e que representam uma certa quantidade de metal precioso;
a moeda legal é a que fica nos bancos, sendo por nós movimentada por meio de um instrumento de crédito chamado cheque;
a moeda escritural tem seu volume constituído pelo conjunto de depósitos bancários e é a única aceita nas transações entre países;
a moeda legal é usada para fazer pequenos pagamentos e retira o seu valor de sua quantidade limitada e por ter curso forçado.
M1 (meio de pagamento) é composto de papel moeda em
poder do público + depósitos em poupança.
circulação + reservas bancárias.
poder do público + depósitos à vista.
poder do público + aplicações de open market.
poder do público + operações compromissadas com títulos federais e registradas na SELIC.
É considerada função da moeda:
meio de troca, dinamizar a economia, possibilitar trocas e sinalizar juros.
realizar política monetária e padrão de compra.
reserva de valor, unidade de conta e meio de pagamento de salários.
reserva de valor e meio de troca.
Considere
α1 = papel-moeda em poder do público/M1,
α2 = depósitos a vista/M1.
É incorreto afirmar que
se α1 > 0,5, então α2 < 0,5.
se α1 = α2, então α1 + α2 = 0.
se α2 = 0, então α1 = 1.
α1 = 1 - α2.
α1 não pode ser negativo.
O denominado modelo Baumol-Tobim constitui uma importante teoria de demanda por moeda. O modelo parte da premissa de que existem custos e benefícios em se guardar moeda. Os custos podem ser representados pela seguinte relação:
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o Banco Central (BACEN) pode aumentar o volume de reservas dos Bancos Comerciais e, com isso, expandir a oferta monetária, ao vender títulos do Governo Federal no mercado aberto.
caso o Banco Central limite quantitativamente o redesconto ou eleve suas taxas, poderá haver retração da oferta monetária pois ocorrerá uma contração dos empréstimos bancários e, conseqüentemente, redução da moeda escritural.
o volume de depósitos que podem ser criados pelos Bancos Comerciais depende do volume de depósitos compulsórios. Assim, aumentos no coeficiente de encaixe compulsório tende a expandir a oferta monetária.
a compra de títulos públicos pelo Banco Central no mercado aberto cria fundos adicionais para empréstimos nos Bancos Comerciais e, conseqüentemente, as taxas de juros tendem a se elevar.
quando um cliente efetua um depósito a prazo em seu Banco Comercial, não há criação nem destruição de moeda.
Ao contrário da moeda fiduciária, que representa apenas um padrão de valor, a moeda-mercadoria, que tem valor intrínseco, pode servir, simultaneamente, como reserva de valor e meio de troca.
A demanda de moeda por razão especulacional tem como principal determinante:
os preços das ações nas bolsas de valores;
os preços dos insumos básicos no atacado;
o IGP;
a taxa de juros;
a taxa de juros;
Considere
c: papel-moeda em poder do público/meios de pagamentos
d: depósitos a vista nos bancos comerciais/meios de pagamentos
R: encaixe total dos bancos comerciais/depósitos a vista nos bancos comerciais
m = multiplicador dos meios de pagamentos em relação à base monetária
Com base nestas informações, é incorreto afirmar que, tudo o mais constante:
quanto maior d, maior será m
quanto maior c, menor será d
quanto menor c, menor será m
quanto menor R, maior será m
c + d > c, se d for ‚ 0