

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A soma do papel-moeda em poder do público com os depósitos à vista nos bancos comerciais denomina-se:
quase-moeda
reserva de valor
unidade de conta
multiplicador
meios de pagamento
Assinale a alternativa que apresente uma possível situação em que o papel moeda em poder do público se eleve
O Banco Central eleva a taxa de reservas compulsórias junto ao setor bancário elevando o montante no seu caixa.
O Banco Central emite papel moeda sem alterar os demais instrumentos de controle monetário.
Os bancos comerciais elevam voluntariamente o volume de reservas depositado no caixa do Banco Central.
O Banco Central retira de circulação cédulas e moedas defeituosas.
Os bancos comerciais vendem bens e serviços para seus clientes.
Uma economia, num certo período, apresentou as informações a seguir enumeradas.
C = 40 + 0,80Y
I = 100 - 110 i
G = 80
Ms = 380
Mt = 0,4Y
Me = 160 - 220i
C = CONSUMO
I = INVESTIMENTO
G = GASTOS DO GOVERNO
Ms = OFERTA DE MOEDA
Mt = DEMANDA TRANSACIONAL E PRECAUCIONAL DE MOEDA
Me = DEMANDA ESPECULATIVA DE MOEDA
Y = RENDA
i = TAXA DE JUROS
Verifica-se que o nível da demanda especulativa da moeda corresponde a:
45
50
55
60
65
De acordo com a teoria quantitativa da moeda, uma elevação da quantidade de moeda somente
incentiva o investimento.
eleva o produto real.
reduz os gastos do governo.
eleva o produto nominal.
reduz o desemprego.
O aumento na proporção de papel-moeda em poder do público em relação aos depósitos à vista acarreta aumento no multiplicador monetário.
Para controlar a inflação, o Banco Central do Brasil adotou, recentemente, uma política monetária contracionista, por meio da redução da taxa dos encaixes em depósitos compulsórios.
Se, em uma economia hipotética, o volume de papel-moeda em circulação for igual a R$ 1 bilhão, 50% dos meios de pagamentos forem depósitos à vista e os bancos mantiverem 25% de seus depósitos à vista em reservas, então, nessa economia hipotética, o estoque de meios de pagamentos será inferior a R$ 2 bilhões.
Se a demanda real de moeda for dada pela expressão M/P = 0,2 Y – 10r — em que r corresponde à taxa de juros e Y, ao produto —, a curva IS for dada pela expressão Y = 30 - r e a renda real no pleno emprego for igual a 50, então, com o nível de preços unitário, a oferta de moeda no pleno emprego será igual a 9.
De acordo com a teoria quantitativa da moeda, a quantidade de moeda disponível determina o nível de preços e a taxa de crescimento da quantidade de moeda disponível determina a taxa de inflação, independentemente de a velocidade de circulação da moeda ser estável ou não.
As informações abaixo referem-se às concepções do que é moeda. Nesse sentido, leia-as e marque a alternativa que NÃO condiz com tais concepções.
É um instrumento intermediário para realizar as transações econômicas por bens e serviços.
É um instrumento utilizado para as trocas econômicas, porque é aceita pela sociedade brasileira.
A moeda sendo um meio de pagamento, tem liquidez imediata em um determinado país e rende juros.
A moeda por ser um meio de pagamento é definida por Lei para a realização das transações econômicas.
É um instrumento ou um meio de pagamento que rende juros e que forma as chamadas reservas bancárias.
A afirmativa correta é a expressa em
A regulamentação, o controle e a fiscalização das operações das bolsas de valores, no Brasil, são atribuições do Banco Central.
Um aumento nas taxas do compulsório e do redesconto deve ter como efeito a expansão do M1 e a redução da taxa de juros.
“Armadilha de liquidez” é a situação em que a taxa de juros está tão alta, que é impraticável aumentá-la ainda mais.
O Conselho Monetário Nacional é o órgão encarregado da determinação da taxa de juros básica (taxa Selic) do país.
Uma parte da demanda de moeda, conforme Keynes, é determinada pela expectativa de agentes econômicos diante das variações da taxa de juros.
A criação do real, na esteira de uma ampla reforma nas instituições monetárias do país a partir do segundo semestre de 1994, foi o mais bem-sucedido programa de estabilização dos preços no Brasil. Esse proceso regenerativo do padrão monetário foi completado por um conjunto de medidas que garatissem a estabilização dos preços em reais. As mais impactantes foram EXCETO:
Recuperação do controle da oferta monetária, definido-se novos critérios para a emissão programada da nova moeda.
Forte expansão da liquidez, ampliando-se para 100% na margem dos recolhimentos compulsórios sobre os bancos criadores de moeda.
Ampliação das retenções compulsórias sobre outros ativos financeiros quase-monetários (como depósitos a prazo, e cadernetas de poupança).
Sustentação de câmbio valorizado, com o fim da indexação automática da taxa de câmbio e com a instituição de mercado flexível, mas dentro das bandas fixadas e controladas pelo Banco Central.
Ampla abertura da economia, junto com a redução de mecanismos protetores, buscando-se não só o “efeito demonstração” dos preços de produtos importados, como ainda o abastecimento de segmentos de mercado que tivessem forte expansão, como o “efeito riqueza” gerado pelo fim do “imposto inflacionário”.
Dada a demanda real por moeda (M/P) = 0,6Y – 60r e sendo a curva IS apresentada pela equação Y = 1.370 – 1.700r, se a renda real (Y) de pleno emprego for igual a 1.200, enquanto o nível de preços (P) se mantém igual a 1, e sabendo-se que r é a taxa de juros, o valor da oferta real de moeda (M) necessária para o pleno emprego é igual a:
M = 874
M = 784
M = 714
M = 587
M = 641
Observe as informações abaixo.
> curva IS: Y = 137 – 170r
> demanda real por moeda: (M/P) = 0,3Y– 0,3r
> renda real (Y) de pleno emprego = $ 120,00
Supondo, hipoteticamente, r como um percentual; ou seja, uma taxa de juros de n% implica em r = n.
Neste sentido, assinale a alternativa correta, a que mostra o valor da oferta real de moeda (M/P) no pleno emprego.
45
66
52
33
74
Caso o governo incorra em um déficit, ou seja, o gasto público supera a receita do governo, este déficit deverá ser financiado de alguma forma, isto é, deverá obter recursos adicionais (extrafiscais) para cobri-lo. Neste sentido, o governo pode:
I. emitir moeda, neste caso o Tesouro Nacional pede emprestado ao Banco Central, sendo que tal procedimento pode resultar em pressões inflacionárias.
II. vender títulos da dívida pública ao setor privado interno e externo, sendo que tal comportamento pode resultar em uma elevação da dívida pública.
III. vender títulos da dívida pública ao setor privado interno e externo, sendo que tal procedimento leva ao endividamento do Tesouro Nacional e expande os meios de pagamentos.
Julgue as colocações acima e marque a opção correta.
I, II e III são verdadeiras.
I, II e III são falsas.
I e II são verdadeiras e III é falsa.
I e III são verdadeiras e II é falsa.
II e III são verdadeiras e I é falsa.
Nos modelos macroeconômicos novos-clássicos, com preços flexíveis, contínuo equilíbrio nos mercados e expectativas racionais, os(as)
choques inesperados de produtividade não teriam nenhum efeito sobre o produto real.
aumentos esperados do deficit público não alterariam as taxas de juros.
choques inesperados de demanda, vindos do exterior, não alterariam a taxa de câmbio da economia.
mudanças inesperadas da oferta monetária não teriam nenhum efeito sobre o produto real.
mudanças esperadas da oferta monetária teriam efeito sobre o nível de preços.
A lógica da composição do mercado financeiro tem como fundamento:
facilitar a transferência de riscos entre agentes.
aumentar a poupança destinada a investimentos de longo prazo.
mediar as relações entre agentes deficitários e os superavitários visando o bem-estar geral.
preservar as funções da moeda.
garantir retornos aos aplicadores de recursos financeiros.
Suponha que a demanda por moeda diminua com o aumento da taxa de inflação. Em consequência, a receita real do imposto inflacionário
independerá do valor da taxa de inflação.
poderá ter um valor máximo, em determinada taxa de inflação.
será sempre menor que 5% do produto agregado da economia.
será uma função linear da taxa de inflação.
será sempre crescente com a taxa de inflação.