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O efeito multiplicador keynesiano refere-se à noção de que um aumento nos gastos governamentais leva a um aumento mais do que proporcional na renda total da economia. Em uma situação hipotética na qual a Propensão Marginal ao Consumo Agregada (PMgC) é de 90%, o multiplicador dos gastos governamentais tem o valor de
9.
10.
11.
19.
20.
Em uma economia fechada e sem governo, o consumo agregado é dado por 𝐶 = 200 + 0,75𝑌 e o investimento autônomo inicial é 𝐼 = 100. Em seguida, ocorre uma queda do investimento autônomo para 𝐼 = 60, mas a propensão marginal a consumir sobe para 0,80, mantendo-se inalterado o consumo autônomo.
Nesse caso, portanto, a renda de equilíbrio
cai para 1.000, porque a queda do investimento sempre reduz a renda na mesma magnitude.
permanece em 1.200, porque a alta da propensão marginal a consumir apenas compensa exatamente a queda do investimento.
sobe para 1.300, porque o aumento da propensão marginal a consumir eleva o multiplicador e mais do que compensa a queda do investimento autônomo.
sobe para 1.400, porque o aumento da propensão marginal a consumir eleva o multiplicador mais do que proporcionalmente à queda do investimento autônomo.
cai para 1.100, porque o multiplicador keynesiano depende apenas do investimento.
As Matrizes Insumo-Produto são ferramentas amplamente utilizadas na avaliação de impactos de políticas públicas. Os multiplicadores sintetizam como um choque exógeno na demanda final se propaga pela estrutura produtiva. Nesse contexto, a distinção entre multiplicadores do tipo I e do tipo II é caracterizada pela incorporação dos
efeitos diretos no multiplicador do tipo I e exclusão dos efeitos indiretos no multiplicador do tipo II.
impostos indiretos no multiplicador do tipo I e exclusão dos impostos indiretos no multiplicador do tipo II.
efeitos diretos e indiretos no multiplicador do tipo I e inclusão adicional dos efeitos induzidos do consumo das famílias no multiplicador do tipo II.
efeitos induzidos do consumo das famílias no multiplicador do tipo I e exclusão desses efeitos no multiplicador do tipo II.
De acordo com as ideias keynesianas, o governo aumentou seus gastos em R$ 150, sabendo que a propensão a consumir da população corresponde ao índice de 0,85.
Qual é o aumento esperado na renda local, em reais (R$)?
1.000
750
950
1.150
1.200
Durante uma recessão, o governo decide aumentar os gastos públicos com obras de infraestrutura, mantendo inalterada a carga tributária, com o objetivo de estimular a atividade econômica. De acordo com a teoria keynesiana, qual é o principal efeito esperado dessa política fiscal sobre o nível de renda e produto da economia?
Redução imediata da renda e do emprego, devido ao aumento do gasto público.
Nenhuma alteração na renda, pois o investimento privado compensa a ação do governo.
Redução da renda disponível, causada pela elevação dos impostos.
Aumento apenas do consumo, sem impacto sobre o produto agregado.
Aumento da renda e do produto, em magnitude superior ao aumento inicial do gasto público, devido ao efeito multiplicador.
Considere uma economia em que o governo está preocupado com uma desaceleração econômica e avalia o uso de políticas de estímulo.
Com base nos fundamentos do modelo keynesiano simples ou com moeda, avalie as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) No modelo keynesiano simples, um aumento nos gastos públicos tem efeito multiplicado sobre o produto, sendo esse efeito maior quanto maior for a propensão marginal a consumir.
( ) No modelo keynesiano com moeda, a política monetária, ao afetar a taxa de juros e, consequentemente, o investimento, também pode influenciar o nível de renda de equilíbrio.
( ) A presença de vazamentos como impostos e importações tende a aumentar o multiplicador dos gastos, pois eles amplificam a renda disponível para consumo.
As afirmativas são, respectivamente,
V – V – V.
V – V – F.
V – F – F.
F – V – V.
F – F – V.
Considere uma economia fechada sem governo, na qual a função consumo é dada por C = 50 + 0,5Y e o investimento é fixo em 100.
Obs.: Y = renda da economia.
O valor do multiplicador keynesiano e o novo nível de equilíbrio da renda se o investimento aumentar para 200 são iguais, respectivamente, a
1,5 e 300.
1,5 e 400.
2 e 300.
2 e 500.
0,5 e 500.
Considere uma economia fechada com os seguintes dados:
• Propensão marginal a consumir (PMC): 0,8
• Investimento autônomo (I): R$ 100
• Gastos do governo (G): R$ 200
Com base no modelo keynesiano, o nível de renda de equilíbrio (Y) será igual a
500.
750.
1.000.
1250.
1.500.
Uma das contribuições de Keynes foi mostrar que gastos do governo têm um efeito multiplicador. Analise as seguintes assertivas sobre esse tema:
I. Se o aumento do gasto de governo, não financiado por aumento de tributos, for $100, e a propensão marginal a consumir for 0,75, o aumento da demanda agregada será de $400.
II. Se o aumento de gastos de governo for integralmente financiado por aumento de tributos, o multiplicador keynesiano será igual a 1.
III. Se o aumento do gasto de governo, não financiado por aumento de tributos, for $100, e a propensão marginal a consumir for 0,75, o aumento da demanda agregada será inferior a $150.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
Considere o seguinte modelo macroeconômico de determinação da renda em uma economia aberta:
as transferências dependem dos impostos sobre a renda agregada para serem integralmente financiadas.
o governo apresentará déficit nas contas públicas.
o país enfrentará elevados déficits comerciais nas contas externas.
a propensão marginal a consumir, líquida dos impostos, é maior do que a sensibilidade do investimento à atividade econômica.
o multiplicador dos gastos domésticos é maior do que o dobro do multiplicador das exportações.
Suponha que a economia de um país esteja em recessão e que o governo decida aumentar seus gastos. Com relação aos possíveis resultados desta política, assinale a alternativa correta.
Quanto maior for a propensão marginal a consumir, menor será o impacto da política fiscal sobre o crescimento do país
Se o país adota o regime de câmbio fixo, esta política fiscal reduz as exportações no curto prazo
Os resultados esperados por esta política fiscal, usando um modelo IS-LM-BP de economia aberta, são os mesmos se fosse utilizado uma política monetária expansionista, no caso de um regime de câmbio fixo
O grau de abertura comercial desta economia irá influenciar o efeito do multiplicador dos gastos do governo, reduzindo o valor do multiplicador quanto maior for a proporção marginal a importar
Um aumento dos gastos do governo, segundo a definição do multiplicador Keynesiano, tem um efeito:
maior sobre o produto, quando a curva de oferta agregada é mais elástica.
menor sobre os preços, quando a curva de oferta agregada é mais vertical.
maior sobre o produto, se os gastos do governo são acompanhados por um volume de tributação equivalente.
maior sobre os preços, quando a curva de oferta agregada é mais elástica.
maior sobre os preços, se os gastos do governo são acompanhados por um volume de tributação equivalente.
Considerando uma propensão marginal a poupar de 0,25, um aumento de 100 unidades nos gastos do governo e um aumento de 100 unidades na arrecadação dos tributos geram uma alteração no nível de renda de:
100 unidades.
200 unidades.
300 unidades.
400 unidades.
700 unidades.
Numa dada economia, em que o multiplicador dos gastos do governo é 4 e a taxa de juros é constante, caso o Governo pretenda aumentar a demanda agregada em 680 unidades monetárias, então, ele deve, também em unidades monetárias,
aumentar seus gastos em 170.
diminuir a tributação em 170.
aumentar a base monetária em 680.
apreciar a moeda nacional, se a taxa de câmbio for fixa.
aumentar seus gastos em 680.
Considere as proposições a seguir para uma economia hipotética.
I – Considerando um dado nível de renda, havendo um aumento nos gastos do governo financiado através da emissão de títulos, sem aumento de impostos, isto acarretará na queda da taxa de juros.
II – Um aumento na emissão de moeda, correspondente a 15% do quantitativo em circulação, conforme monetaristas, ocasionará em períodos de estagnação em um imposto inflacionário na mesma proporção.
III - O valor do multiplicador dos gastos do governo esta diretamente ligado a variação da propensão marginal a consumir dos consumidores.
Está correto o que se afirma APENAS em:
I e II.
I, II e III.
II e III.
I e III.
Nenhuma das alternativas.
O efeito multiplicador keynesiano dos gastos evidencia que, quanto maior for a propensão marginal a consumir dos indivíduos, maiores serão os gastos induzidos por uma variação inicial na despesa autônoma. Por consequência, a uma maior propensão marginal a consumir corresponderá a uma propensão marginal a poupar
maior.
menor.
igual.
inalterada.
Num modelo keynesiano simples para uma economia fechada, a propensão marginal a consumir é 0,8. Um aumento dos gastos do governo de $ 1 000 eleva o produto em $ 2 500. A carga tributária dessa economia é
10%.
15%.
25%.
30%.
40%.