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As curvas de demanda e de oferta de longo prazo para um determinado setor onde os custos são decrescentes são dados por:
Pd = 200 – 2Q
Ps = 1
A partir disso, suponha que seja criado um imposto de R$ 10 por unidade do produto. Assim, é possível afirmar que o preço
aumentou o preço em R$ 25.
aumentou o preço em R$ 10.
aumentou o preço em R$ 20.
aumentou o preço em R$ 5.
Quando o nível de preços é superior àquele esperado pelos agentes econômicos, a curva de oferta agregada de longo prazo se desloca para baixo e para a direita, contribuindo, assim, para elevar a produção para além do seu nível potencial.
A descoberta do campo de Tupi, com grandes reservas de petróleo e gás natural, desloca para a direita a curva de oferta agregada de longo prazo da economia brasileira, expandindo, assim, o seu produto potencial.
Nos modelos keynesianos, a curva de oferta agregada de longo prazo pressupõe não só a existência de ilusão monetária e a rigidez dos salários nominais, mas também a crença dos empresários de que modificações na demanda agregada afetam as vendas de suas empresas.
A existência, no longo prazo, de uma curva de oferta agregada horizontal é consistente com a visão clássica da economia.
Havendo excesso de capacidade, a curva de oferta agregada keynesiana será horizontal e, nesse caso, o nível de atividade econômica será determinado unicamente pela demanda agregada.
No longo prazo, uma expansão da produção sem que haja pressões inflacionárias é consistente com o modelo keynesiano, no qual a oferta agregada de longo prazo é horizontal.
No longo prazo, em virtude de os salários serem determinados contratualmente, e, portanto, relativamente rígidos, a curva de oferta agregada é vertical.
No longo prazo, uma curva de oferta agregada vertical é compatível com as idéias dos economistas clássicos.
Considere o seguinte gráfico:
um aumento na velocidade de circulação da moeda reduz o nível de emprego no curto prazo.
uma política fiscal expansionista reduz o nível de emprego no curto prazo.
uma política monetária contracionista reduz o nível de emprego no curto prazo.
a partir do gráfico, podemos afirmar que existe total flexibilidade nos preços no curto prazo.
uma política monetária contracionista gera inflação no curto prazo
A teoria keynesiana dos salários rígidos explica o fato de, no longo prazo, a curva de oferta agregada ser vertical.
Certo
Errado
Considerando o modelo de oferta e demanda agregada, podemos afirmar que:
no longo prazo, a curva de oferta agregada pode ser vertical ou horizontal, dependendo do grau de rigidez dos preços no curto prazo. Assim, no longo prazo, alterações na demanda agregada necessariamente afetam os preços, mas nada se pode afirmar no que diz respeito aos seus efeitos sobre o produto
no longo prazo, a curva de oferta agregada é vertical. Neste caso, descolamentos na curva de demanda agregada afetam o nível de preços, mas não o produto. No curto prazo, entretanto, a curva de oferta não é vertical. Neste caso, alterações na demanda agregada provocam alterações no produto agregado
tanto no curto quanto no longo prazo a curva de oferta agregada é vertical. Assim, os únicos fatores que podem explicar as flutuações econômicas, tanto no curto quanto no longo prazo, são as disponibilidades de capital e tecnologia
no curto prazo, não há qualquer justificativa teórica para que a curva de oferta agregada de curto prazo não seja horizontal. Nesse sentido, no curto prazo, alterações na demanda agregada são irrelevantes para explicar tanto a inflação como alterações no nível do produto
desde que os preços sejam rígidos, as curvas de oferta agregadas são verticais, tanto no curto quanto no longo prazo