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O conceito de bem-estar no contexto das políticas públicas pode ser aplicado para tentar explicar como é possível obter alocações de recursos socialmente eficientes. Uma situação na qual nenhum indivíduo pode melhorar a sua situação de bem-estar sem que outro membro da sociedade fique em situação pior é denominada(o):
ideal de Furtado.
limite de Hichs.
condição de Pareto.
alocação subótima.
ótimo de segunda ordem.
A alocação de recursos é considerada Pareto Eficiente se:
nenhum agente pode estar pior do que em uma alocação não eficiente
o agente não pode conseguir uma utilidade maior
o equilíbrio é obtido quando todos obtêm a máxima utilidade
uma alteração na condição de um agente representa piora na condição de outro
os ganhos com as trocas não cessam
Joseph M. Juran definiu um princípio da qualidade ao qual deu o nome em honra ao economista italiano Vilfredo Pareto. Conhecido como Lei de Pareto, estabelece:
separar o necessário do desnecessário, descartando o que não é útil.
a empresa precisa prever as necessidades e superar expectativas do cliente.
a base da garantia da qualidade está no planejamento e na sistematização dos processos.
80% das consequências advêm de 20% das causas.
o padrão de desempenho desejável na empresa deve ser o de “Zero Defeito”.
A análise normativa em economia se baseia na relação entre bem-estar social e eficiência econômica. A eficiência produtiva trata da aplicação do conceito de eficiência de Pareto em uma economia competitiva.
Certo
Errado
A economia do meio ambiente utiliza o critério de eficiência para julgar se o emprego de um recurso natural é bom ou não: “um estado da economia é eficiente quando não há nenhuma possibilidade de melhorar a posição de pelo menos um agente dessa economia sem que, com isso, a posição de um outro agente seja piorada.” Esse conceito é denominado:
modelo de Sweezy.
ótimo de Pareto.
comportamento free-rider.
regra de Hotelling.
taxa pigouviana.
De acordo com a teoria econômica, para que se atinja uma situação pareto eficiente é necessária a atuação do Estado como planejador central.
Os mercados competitivos geram alocação de recursos. Sabe-se que é impossível promover uma realocação de tal maneira que um indivíduo aumente o seu grau de satisfação, sem que se estabeleça, ao mesmo tempo, uma piora na situação de outro individuo. Esta situação é conhecida como:
falhas de mercado
política fiscal do governo
condição para o bem-estar social
ótimo de Pareto
teoria keynesiana
Uma alocação será considerada eficiente no sentido de Pareto, quando forem realizadas todas as trocas de bens mutuamente vantajosas. Um exemplo desse tipo de eficiência é o monopolista perfeitamente discriminador de preços, que incorpora todo o excedente do consumidor.
Os mecanismos de mercado tendem a gerar alocações ineficientes, no sentido de Pareto, dos bens públicos.
Todos os pontos sobre a fronteira de possibilidades de utilidade são eficientes no sentido de Pareto.
Se forem permitidas trocas entre os consumidores, uma alocação por sorteio, em que X receba o bem C, Y receba o bem B e Z receba o bem A, é considerada eficiente no sentido de Pareto.