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Uma das principais características vivenciadas pelo setor industrial brasileiro, na última década, é o (a)
aumento significativo da produtividade.
processo de desindustrialização.
aumento contínuo do percentual de produtos industrializados destinados à exportação.
sua elevação na participação do produto interno bruto (PIB).
aumento do número de empregos gerados.
“Não vos espanta a possibilidade de riqueza, não vos perturba a riqueza. Pelo vosso pôrto passa a parte mais substancial de um produto a quem o Brasil deve não direi tudo que tem, mas a maior parte do seu desenvolvimento. Certo não podemos ser exclusivamente país do café, mas o café é e será produto real, que nos forneceu os elementos para encetarmos a nossa marcha para a industrialização, para levarmos adiante êste país que aí está atravessando horas difíceis, mas que cresceu de maneira irreconhecível em cinqüenta anos.” Juscelino Kubitschek, na Associação Comercial de Santos, sobre café e relações internacionais.
rompeu com a política desenvolvimentista getulista, focando-se apenas na manufatura e importação de bens primários.
focou-se em industrialização do país baseada em bens de consumo duráveis, com um exemplo em especial na indústria automobilística.
era baseada em um estado austero e confiável, evitando fazer grandes investimentos, focando-se em enxugar a máquina pública e no controle inflacionário.
fundamentado no Plano de Metas para diferentes setores da indústria, o governo reduziu significativamente a desigualdade regional do país, dando foco especial à região Norte.
focou-se no desenvolvimento da indústria brasileira, crescendo a produção de bens industrializados, no transporte ferroviário e aumentando a produção de aço.
Em economia política, uma abordagem teórica de grande influência na América Latina é a teoria da dependência.
Nesse sentido, é correto afirmar:
Uma das principais estratégias de desenvolvimento deduzidas da teoria da dependência é a inserção sustentada das nações em desenvolvimento em processos de incentivo à exportação.
Os principais autores da teoria da dependência classificam-se nas escolas inglesa (mais interpretativa) e norte-americana (mais investigativa e empírica).
Os países menos desenvolvidos são exportadores de produtos primários e tais vantagens comparativas podem ser ampliadas ao longo do tempo a partir da crescente demanda internacional por bens não industrializados.
A teoria da dependência está construída a partir de um arcabouço teórico notadamente Keynesiano, rejeitando princípios marxistas como a ideia do imperialismo.
A economia mundial está identificada por países centrais e periféricos, onde os primeiros são espaços em que ocorre com maior intensidade o desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da economia como um todo.
A globalização está calcada na cristalização da divisão internacional do trabalho: países da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e do G-7 produzem bens e serviços de alto valor agregado, enquanto os países de renda média e os de menor desenvolvimento relativo especializam-se em produtos de baixa ou de nenhuma intensidade tecnológica. Assim, a dinâmica da globalização torna-se um obstáculo absoluto para que estes últimos se reposicionem competitivamente na divisão internacional do trabalho.
Certo
Errado
Em sua interpretação sobre a crise do período, Celso Furtado, em Subdesenvolvimento e Estagnação na América Latina, associa a perda de dinamismo do crescimento à queda da relação produto-capital dos novos segmentos industriais internalizados no período do Plano de Metas.
Certo
Errado


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Assinale a opção correta acerca da economia brasileira no ano de 2012.
Houve, nesse período, redução da taxa de juros referencial do sistema especial de liquidação e custódia (SELIC).
Do total das exportações brasileiras realizadas nesse ano, mais de 50% representavam produtos manufaturados.
O crescimento do produto interno bruto no ano de 2012 foi o maior deste século.
O programa federal de privatização dos portos marítimos resultou na redução das tarifas portuárias pelos novos concessionários.
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, houve, nesse período, aumento do emprego no setor industrial.
Ao longo dos anos 1990, o Brasil passou por profundas transformações estruturais. Assinale a opção que não foi uma consequência destas transformações, sentida na segunda metade desta década.
Uma maior inserção internacional do país.
A transformação do papel do Estado na economia de um Estado-empresário para um Estado mais regulador e fiscal.
Uma redução significativa no gasto público.
Um aumento da produtividade industrial.
Uma taxa de câmbio valorizada.
O financiamento do gasto público por intermédio da criação de moeda de alta potência gera uma espécie de tributação explícita. Sendo assim, o governo pode obter montantes significativos de recursos ano após ano pela emissão de moeda.
Essa receita tributária será aumentada se a economia estiver operando sob o regime de metas de inflação.
Essa fonte de receita não é absorvida pelo público sob a forma de moeda.
O efeito inflacionário dessa expansão monetária para financiar o gasto público é anulado com a redução da alíquota do imposto de renda.
O efeito inflacionário dessa expansão monetária para financiar o gasto público é anulado quando há regime de câmbio fixo.
Essa fonte de receita é conhecida como senhoriagem, que é a capacidade de o governo arrecadar receita por meio de seu direito de criar moeda.
Vários estudos sobre o desenvolvimento econômico efetuados no âmbito da Comissão Econômica para a América Latina (CEPAL) constituíram uma linha de pensamento econômico denominada Cepalina.
Está em DESACORDO com a linha de pensamento econômico Cepalina a ideia dedeterioração histórica dos termos de troca contra os países exportadores de matérias-primas.
incorporação lenta de nova tecnologia na produção de bens primários.
defasagem acentuada na resposta da oferta dos produtos agrícolas de culturas permanentes às variações dos seus preços.
vantagem comparativa estática dos países desenvolvidos na produção de produtos industrializados.
necessidade de o desenvolvimento dos países periféricos ocorrer pela especialização em produtos agrícolas.
A CEPAL exerceu influência sobre a política econômica brasileira, especialmente com sua tese acerca da deterioração dos termos de troca.


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Uma das críticas ao argumento da teoria dos choques adversos, defendida pela CEPAL, é o efeito negativo dos programas de valorização do café sobre o crescimento industrial.
Na visão de Presbisch, a taxa de crescimento econômico dos países periféricos é limitada pelas altas elasticidades renda, que caracterizam a demanda de exportações de produtos primários, os quais constituem a base das vendas externas desses países.
Duas correntes de pensamento procuraram explicar a industrialização brasileira no início do século XX. Uma enfatiza a industrialização induzida pelo excedente da renda, nos bons anos de exportações agrícolas (café); e a outra enfatiza
a migração no sentido do interior
a migração rural-urbana
o atraso político do país
o atraso cambial induzido pelas políticas de governo
os choques adversos que dificultaram as importações
A faixa de petróleo descoberta pela Petrobras, que se estende do Espírito Santo a Santa Catarina, ficou conhecida como Pré-Sal. Alguns analistas atribuem ao Pré-Sal um efeito perverso sobre a taxa de câmbio brasileira conhecido como “Doença Holandesa”. É correto afirma que:
a possibilidade de o aparecimento da “Doença Holandesa” representar um risco à indústria brasileira, porque desvaloriza a moeda doméstica.
o Brasil ficaria impossibilitado de financiar suas importações, caso a exploração do Pré-Sal fizesse surgir a “Doença Holandesa”.
alterações na taxa de câmbio não impõem qualquer risco à indústria brasileira, pois esta depende quase que exclusivamente da demanda doméstica.
há risco de valorização da moeda doméstica e, com isso, a indústria nacional perder competitividade tanto no mercado doméstico quanto no mercado internacional.
a “Doença Holandesa” afetaria exclusivamente as exportações de carne bovina brasileiras.
A adoção de estratégias de desenvolvimento via substituição de importações conflita com a hipótese conhecida como pessimismo em relação às elasticidades, segundo a qual, a demanda externa reage muito pouco aos estímulos dados ao setor exportador.


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Segundo o pensamento dos economistas da CEPAL, as causas básicas do subdesenvolvimento nos países periféricos estavam ligadas
ao baixo consumo da classe trabalhadora.
as guerras por melhores condições de trabalho.
às elevadas exportações.
às perdas nos termos de troca.
ao empobrecimento da classe média.
Um dos motivos da fragilidade produtiva e comercial brasileira vincula-se à fragilidade tecnológica aliada a uma estrutura produtiva negativa, em que os principais produtos para exportação são commodities.
A combinação de exportações de baixo valor com importações de alto valor prejudica o país, na medida em que potencializa um deficit comercial dificultando a mudança estrutural da produção.
As questões de comércio internacionais tornam-se cada vez mais relevantes em um mundo globalizado. Com referência a essas questões, assinale a opção correta.
A idéia de que a superioridade tecnológica dos países industrializados reduz a competitividade dos países mais pobres nos mercados internacionais decorre diretamente da teoria das vantagens comparativas.
Diferenças nas dotações dos fatores de produção, que conduzem a custos de produção distintos, dificultam a possibilidade de comércio entre países.
As quotas à importação são superiores às tarifas em virtude de não terem impactos distributivos.
O argumento da indústria nascente para a imposição de tarifas constitui uma justificativa para a adoção de um sistema permanente de proteção à produção doméstica.
A existência de economias de escala eleva os ganhos do comércio internacional porque a redução dos custos, decorrentes da concentração da produção, aumenta a eficiência produtiva da economia mundial.
A teoria nacionalista do comércio preconiza uma política comercial que estimule a preservação e o desenvolvimento da indústria nacional, mediante subsídios, tarifas, cotas e barreiras não-tarifárias, entre outras formas de proteção.


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