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Caso aos moradores seja garantido o direito ao silêncio e o bar seja impedido de compensá-los pelo desconforto gerado, então a quantidade de horas de música produzida será a mesma da quantidade produzida na situação em que se viabilize a possibilidade de negociação e se atribua ao bar o direito de executar tais músicas.
Certo
Errado
No mercado financeiro de um país preocupado com a prática de greenwashing, um investidor avalia a possibilidade de alocação de recursos entre duas empresas, A e B. A empresa A é reconhecida por sua transparência e adoção de práticas ambientais, sociais e de governança (ESG) validadas por auditores independentes e em conformidade com as normas do International Sustainability Standards Board (ISSB) nº 1 e 2. Já sobre a empresa B pesa recente controvérsia relacionada a possíveis propagandas enganosas sobre suas práticas ambientais. Considerando o risco reputacional e a assimetria informacional que podem afetar a empresa B, para o investidor que objetiva minimizar riscos associados ao greenwashing e que potencialmente deseja fomentar a redução do custo de capital por meio da promoção de práticas ESG, a estratégia mais aconselhável é:
alocar a maior parte do capital na empresa B, apostando na possibilidade de uma melhora significativa nas suas práticas ESG, desconsiderando os riscos de curto prazo na reputação e as dúvidas sobre a veracidade de suas propagandas;
relevar as questões de ESG no processo de decisão de investimento e focar apenas nos fundamentos financeiros das empresas, pois os riscos de reputação e os potenciais impactos negativos no valor são marginais a longo prazo;
diversificar igualmente o investimento entre as duas empresas, desconsiderando as diferenças significativas em seus históricos ESG, pois a empresa A obteve assurance e não há evidência de greenwashing por parte da empresa B;
investir somente em fundos de índice que replicam o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) e o IDVERSA, sem analisar a composição e as práticas específicas dos fundos ou das empresas incluídas, pois todos os fundos ESG são equivalentes em termos de risco e retorno;
direcionar investimentos exclusivamente para a empresa A, considerando seu histórico comprovado de práticas ESG e a conformidade com as normas do ISSB, o que representa uma escolha de menor risco, alinhada aos princípios de sustentabilidade do investidor.
Os mercados às vezes falham na alocação eficiente de recursos.
Em relação a essas falhas é correto afirmar que
decorrem do fato de os mercados serem competitivos perfeitos.
externalidades nunca existirão, pois os mercados operam sob monopólio.
O fato de o mercado não alocar os fatores de produção de forma a garantir equidade decorre das falhas de mercado. Existe uma falha de mercado que se manifesta pelo fato de um bem ou serviço considerado relevante não ser ofertado pelo setor privado, ainda que seu custo de produção esteja abaixo daquilo que os consumidores estariam dispostos a pagar. Esta falha é denominada:
rendimentos decrescentes;
externalidade de produção;
alocação restrita;
mercados incompletos;
fiscalismo neutro.
Ainda que o preço que os consumidores estejam dispostos a pagar seja maior que o custo de produção, é possível que um bem ou um serviço não seja ofertado pelo setor privado, o que caracteriza uma falha de mercado denominada mercado incompleto.
As formas de intervenção do Estado voltadas a mercados incompletos incluem a intervenção na concessão de crédito de longo prazo direcionado ao financiamento dos investimentos do setor produtivo, por meio dos bancos públicos, e a realização direta de investimentos, por intermédio das empresas públicas.