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Quando o Banco Central promove ajustes frequentes da taxa de câmbio, considera-se essa decisão como um(a)
programa de redução da dívida pública
regime de taxa de câmbio fixo
política de expansão comercial
situação de crescente endividamento externo
tentativa de expansão das operações internacionais
Um dos principais argumentos mobilizados na defesa do regime de câmbio fixo é a disciplina que esse regime cambial impõe à condução da política econômica de um país, uma vez que, sob tal regime, o banco central não pode controlar as taxas de juros nem financiar o déficit público por intermédio da emissão de moeda.
Certo
Errado
Um bom mecanismo para o combate à inflação é utilizar o regime de câmbio fixo. Nesse caso, o país não precisa se preocupar com o seu balanço de pagamento nem com as suas reservas internacionais.
Em presença de mobilidade de capital e taxas de câmbio fixas, a política monetária é particularmente apropriada para promover a estabilização da produção e dos preços.
O regime de câmbio fixo é um sistema em que a autoridade monetária assume o compromisso legal de efetuar o câmbio de moeda nacional, a uma cotação fixa, por uma moeda estrangeira forte, denominada moeda âncora.
Num regime de taxa de câmbio fixa entre dois países,
a política fiscal expansiva num deles não afeta a economia do outro.
a política monetária contracionista num deles não afeta a economia do outro.
o fluxo de capital financeiro entre eles tende a ser minimizado.
o ajuste para o equilíbrio macroeconômico se dá através de outras variáveis (preços e produção em cada país), e não via variações cambiais.
os bancos centrais dos dois países não precisam acumular reservas.
O caso de uma economia em regime cambial fixo, numa situação de muita mobilidade internacional do capital financeiro, é representado no gráfico IS/LM/BP abaixo, em linha cheia.

Considerando o gráfico, uma melhora da opinião internacional sobre as perspectivas desta economia provocará um deslocamento imediato, a curtíssimo prazo, da curva
BP para BP1
BP para BP2
LM para LM1
IS para IS1
de pleno emprego da economia
Em um regime de câmbio fixo, a manutenção da taxa de câmbio em presença de aumentos da produção requer que o banco central compre ativos estrangeiros, elevando, assim, a oferta monetária.
Os sistemas de flutuação administrada da taxa de câmbio, utilizados atualmente em muitos países, combinam características do regime de taxas de câmbio flexíveis com intervenções esporádicas dos bancos centrais, no intuito de reduzir a volatilidade cambial.
Considere que o governo deseje estimular a produção e o emprego para tirar o país de uma recessão. Nesse caso, se o país adota um regime de câmbio fixo, a expansão da oferta de moeda é bem mais eficaz do que o aumento dos gastos públicos
Em regimes de câmbio fixo, uma expansão da produção doméstica requer o aumento da oferta de moeda, para equilibrar-se o mercado de ativos estrangeiros e, assim, manter-se constante a taxa de câmbio.
Teoricamente, se uma política de câmbio fixo, como a da Argentina, for praticada por um longo período, o país tende a perder o controle de sua política monetária.
Numa pequena economia aberta, com taxas de câmbio fixas, uma tarifa às importações aumenta as exportações líquidas porque:
diminui a renda e, em conseqüência, a poupança, o que resulta num aumento de exportações líquidas;
desloca a curva IS para a esquerda, o que leva ao aumento na oferta da moeda para manter a taxa de câmbio fixa, trazendo como conseqüência um aumento da taxa de juros, o que provoca redução da poupança, aumento do investimento e das exportações líquidas;
induz uma redução da oferta monetária por seu efeito sobre a curva LM, aumentando a taxa de juros, a poupança e, conseqüentemente, leva a um aumento das exportações líquidas;
desloca a preferência dos consumidores pelo efeito preço, induzindo uma substituição de importações que atua sobre a escala da indústria, de modo a aumentar as exportações líquidas, já que as importações foram contraídas pela tarifa;
desloca a curva IS para a direita, o que leva ao aumento da oferta de moeda para manter a taxa de câmbio constante, trazendo como conseqüência um aumento da renda, que causa um aumento de poupança, resultando num aumento das exportações líquidas.
O país latino-americano que adotou ao longo da maior parte dos anos noventa o sistema de câmbio fixo com conversibilidade como seu regime cambial foi:
Equador;
Colômbia;
México;
Panamá;
Argentina.