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Um aumento persistente do diferencial de juros tende a desvalorizar o câmbio e, por essa via, elevar a inflação doméstica; ademais, os efeitos sobre exportações e importações tendem a atenuar esse aumento do nível de preços.
Certo
Errado
Suponha que a inflação do dólar americano em 20x5 tenha sido de 1,83% e a taxa de câmbio no Brasil igual a US$ 1.00 = R$ 5,30.
A inflação brasileira em 20x5 que permitiu o Banco Central fixar o câmbio a R$ 5,45 no início de 20x6 e garantir a paridade de compra frente ao dólar foi igual a:
3,1%
3,3%
3,8%
4,0%
4,7%
Em um regime de câmbio flutuante, como no Brasil, um dos fatores que tende a desvalorizar a moeda nacional é
a elevação da taxa de juros internacional.
o aumento na demanda efetiva.
o superavit em transações correntes.
a forte entrada, no país, de capitais de curto prazo.
a elevação no imposto sobre importações.
A taxa de câmbio é a medida pela qual a moeda de um país qualquer pode ser convertida em moeda de outro país. A partir da referida definição e, tomando como base a tabela a seguir, pode-se concluir que:
Pelo lado das importações, quanto menor a taxa de câmbio, menor a quantidade que as firmas desejam importar e, portanto, menor a demanda por divisas.
Como a oferta de divisas depende das exportações, quanto menor a taxa de câmbio, maior a oferta de divisas e, quanto maior a taxa de câmbio, menor a oferta de divisas.
Pelo lado das importações, quanto maior a taxa de câmbio, maior a quantidade que as firmas desejam importar e maior, portanto, a demanda por divisas.
Quanto maior a taxa de câmbio, maior o volume que as firmas desejam exportar; quanto menor a taxa de câmbio, menor o volume que as firmas desejam exportar.
Quanto menor a taxa de câmbio, maior o volume que as firmas desejam exportar; quanto maior a taxa de câmbio, menor o volume que as firmas desejam exportar.
A relação entre os conceitos de câmbio nominal e câmbio real é utilizada para verificar a competitividade dos produtos de um país com os produtos de outros países.
Com base nesses conceitos, é correto afirmar:
Se a variação cambial e a dos preços internos forem nulas, um aumento da inflação externa produzirá uma desvalorização real da moeda nacional, melhorando o grau de competitividade de nossos produtos.
Se a variação cambial e a dos preços internos forem nulas, um aumento da inflação externa produzirá uma valorização da moeda nacional, melhorando o grau de competitividade dos produtos nacionais.
Se a variação cambial e a dos preços internos forem nulas, uma queda da inflação externa produzirá uma desvalorização real da moeda nacional.
Não há nenhuma relação entre câmbio nominal e câmbio real.
Sobre a dinâmica do Balanço de Pagamentos é correto afirmar que:
a conta Haveres da Autoridade Monetária apresenta sinal contrário e igual valor à conta movimento de capitais, sob regime de câmbio flutuante;
uma crise cambial com ataque especulativo ocorre sob um regime de câmbio fixo no qual existe superávit estrutural no saldo em transações correntes;
um aumento das reservas internacionais de um país significa que esse país apresenta superávit na conta de Transações Correntes do Balanço de Pagamentos;
no sistema de câmbio flexível movimentos na taxa de câmbio ajustam os saldos de Transações Correntes e Movimento de Capitais de forma a equilibrar o Balanço de Pagamentos;
uma diminuição das reservas internacionais, sob um regime de câmbio fixo, resulta em valorização cambial e retorno ao equilíbrio do Balanço de Pagamentos.
Sobre taxa de câmbio e movimentos no Balanço de Pagamento, avalie as seguintes afirmações:
I - Mesmo que a taxa de câmbio nominal permaneça constante, um aumento no preço relativo dos bens domésticos em termos dos bens importados representa uma apreciação real da taxa de câmbio doméstica.
II - Dadas as taxas de câmbio nominais e a renda externa como fixas, um aumento da renda interna provoca uma diminuição do saldo em transações correntes pelo aumento das importações.
III - A desvalorização cambial torna os produtos nacionais mais barato em relação aos estrangeiros, aumentando as exportações e melhorando o saldo em transações correntes.
Está correto o que se afirma em:
I, apenas;
I e II, apenas;
I e III, apenas;
II e III, apenas;
I, II e III.
Num regime de taxa de câmbio fixa entre dois países,
a política fiscal expansiva num deles não afeta a economia do outro.
a política monetária contracionista num deles não afeta a economia do outro.
o fluxo de capital financeiro entre eles tende a ser minimizado.
o ajuste para o equilíbrio macroeconômico se dá através de outras variáveis (preços e produção em cada país), e não via variações cambiais.
os bancos centrais dos dois países não precisam acumular reservas.
Para os países menos desenvolvidos, a adesão ao padrão ouro, era bastante benéfica, pois, além de os termos de troca de suas commodities se manterem estáveis, o ônus do ajustamento do balanço de pagamento em caso de desequilíbrio era igualmente distribuído.
Certo
Errado
Durante o padrão ouro, os movimentos internacionais de capital desempenhavam papel fundamental no processo de ajuste dos desequilíbrios dos balanços de pagamentos.
Um aumento do preço da moeda norte-americana, mensurado em R$/US$, no Brasil, corresponde a uma apreciação do real e, portanto, contribui para aumentar o déficit brasileiro em conta-corrente.
Em presença de um sistema de taxas de câmbio fixas, a solução de crises no balanço de pagamentos exige ajustamentos consideráveis nas políticas econômicas domésticas.
Sob o regime de taxas de câmbio flutuantes, um déficit no balanço comercial, não compensado por movimentos de capitais, depreciará a moeda nacional e essa depreciação aumentará as exportações e reduzirá as importações contribuindo, assim, para eliminar o desequilíbrio inicial.
Se determinado país adotar um regime de taxas de câmbio fixas, suas reservas internacionais sempre poderão ser preservadas, independentemente do desempenho das contas públicas desse país.
Sob o padrão ouro, o ajuste do balanço de pagamentos procedia-se:
de forma automática, mediante o aumento da oferta monetária quando da diminuição das reservas de ouro ocasionada pelo aumento das exportações.
de forma automática, mediante a contração da base monetária quando do aumento das reservas de ouro ocasionado pelo crescimento das exportações e dos preços.
por meio de correções regulares do valor do câmbio definidas segundo o comportamento da balança comercial.
de forma automática, em decorrência das transferências de ouro e dos impactos destas sobre a oferta monetária, os preços e o poder de concorrência.
por meio de correções regulares do valor da moeda determinadas em função do comportamento dos preços no mercado doméstico e da balança comercial.