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O desconto hiperbólico é um fenômeno em que os indivíduos, cientes de seu envelhecimento e da necessidade de poupança, escolhem reduzir o consumo no presente para poupar para aposentadoria.
Certo
Errado
O viés de presente (present bias) é amplificado em contextos de pobreza dos agentes, pois as restrições de curto prazo aumentam a necessidade de decisões focadas no imediato.
Certo
Errado
Orçamento doméstico com renda variável exige método que dê previsibilidade e rastreabilidade aos fluxos. Assinale a alternativa que organiza o orçamento mensal com base zero, reserva para sazonalidade e prioridade às despesas essenciais.
Projetar o mês pela média de três meses, pagar parcelas de menor valor e aplicar o excedente em ativo de baixa liquidez.
Fixar tetos percentuais por categoria, usar o cartão para nivelar fluxo e registrar sobras em planilha anual.
Planejar por base zero, reservar parcela da renda para colchão mensal, priorizar essenciais e registrar metas por centro de custo.
Classificar gastos por ordem alfabética, dedicar parcela fixa a lazer e ajustar o restante por aproximação.
Dividir o orçamento em cinco partes iguais, pagar serviços por ordem de vencimento e aplicar saldo em ativo atrelado à inflação.
Uma família com renda sazonal recebe adiantamentos no verão e queda acentuada no inverno. Há metas de quitar financiamento de veículo, manter alimentação saudável e formar reserva de seis meses.
Assinale a alternativa que agrupa fluxo, metas e controles.
Concentrar pagamentos anuais no verão, aumentar despesas discricionárias no inverno e acompanhar metas em lista genérica pouco estruturada.
Direcionar excedente prioritariamente a ativos de prazo longo e ajustar alimentação reduzindo itens proteicos de maior valor.
Distribuir parcelas de financiamento igualmente entre meses, independentemente de fluxo, e revisar metas no encerramento anual.
Utilizar crédito rotativo durante a baixa, postergar quitações e registrar objetivos em bloco único de bem-estar.
Criar fundo de equalização mensal, priorizar essenciais, antecipar parcelas com desconto e revisar metas por indicadores de custo.
Considere o modelo de escolha intertemporal de consumo desenvolvido por Irving Fisher. Nese modelo, as famílias se deparam com uma restrição orçamentária intertemporal – por simplicidade, o modelo considera dois períodos (presente e futuro) – e, portanto, devem escolher o nível de consumo e poupança entre os períodos.
Assim, um aumento na taxa de juros gera
aumento do consumo no presente e futuro, se a família for tomadora de empréstimo.
aumento do consumo no presente e futuro, se a família for poupadora no presente e os bens forem normais.
efeito ambíguo sobre o consumo no presente e futuro, independente das preferências da família.
aumento de consumo no presente e efeito ambíguo no futuro, se a família for poupadora no presente e os bens forem normais.
aumento de consumo no futuro e efeito ambíguo no presente, se a família for poupadora no presente e os bens forem normais.
Sabendo-se que a restrição orçamentária intertemporal é representada pela equação C2/1,10 + C1 = 121/1,10 + 100, se o consumidor resolver poupar 20% de sua renda no primeiro período, o seu consumo no segundo período será
122.
143.
120.
132.
160.
Sobre a restrição orçamentária intertemporal e a curva de indiferença que reflete as preferências dos consumidores entre o consumo presente e o futuro, é que:
a existência de restrições de crédito ao consumidor no primeiro período afeta o formato da curva de indiferença.
no ponto de ótimo do consumidor, o valor absoluto da inclinação da reta da restrição orçamentária intertemporal é igual ao da inclinação da curva de indiferença.
a taxa de juros vigente no mercado influencia o formato da curva de indiferença do consumidor.
a taxa marginal de substituição do consumo futuro pelo consumo presente é sempre crescente.
mudanças na taxa de juros de mercado não deslocam a reta da restrição orçamentária intertemporal.