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De acordo com a teoria das finanças públicas,
na presença de um monopólio natural, é social e estritamente preferível que o Estado se responsabilize diretamente pela produção do bem ou serviço sujeito a retornos crescentes à escala, evitando-se a criação de monopólios privados com tendência a praticar preços abusivos.
a existência de bens públicos conforma uma falha de mercado que justifica a intervenção do Estado nos mercados, na medida em que a natureza rival (ou indivisível) deste tipo de bem acarreta uma suboferta do mesmo pelos mecanismos de mercado.
o teorema do orçamento equilibrado estabelece que um aumento nos gastos, financiado inteiramente por meio de maior arrecadação, gera efeitos negativos sobre a atividade econômica, servindo como base teórica para a defesa de déficits fiscais sistemáticos.
o financiamento de um déficit público nominal pode ser feito ilimitadamente por meio de emissão de títulos da dívida pública, mesmo que o governo perca controle sobre as contas públicas.
a ocorrência de desemprego e inflação constitui falha de mercado que justifica a intervenção estatal na economia por meio da função estabilizadora da política econômica, acarretando, como resultado do sucesso da mesma, a geração de externalidades positivas como estabilidade de preços e elevação do nível de renda.
Com relação ao Teorema do Orçamento Equilibrado, é correto afirmar que:
se o governo efetuar gastos no mesmo montante dos tributos arrecadados, a renda permanecerá inalterada.
se o governo efetuar gastos no mesmo montante dos tributos arrecadados, a renda diminuirá de um montante igual ao aumento dos gastos.
se o governo efetuar gastos no mesmo montante dos tributos arrecadados, a renda aumentará de um montante igual ao aumento dos gastos.
se o governo efetuar gastos no mesmo montante dos tributos arrecadados, a renda aumentará de um montante duas vezes o aumento dos gastos.
se o governo efetuar gastos no mesmo montante dos tributos arrecadados, a renda diminuirá de um montante duas vezes o aumento dos gastos.
Considerando que a expansão dos gastos públicos é totalmente financiada pelo aumento da arrecadação, ou seja, uma situação em que a variação dos gastos é igual à variação dos impostos, mesmo o governo gastando exatamente o que arrecada, haverá um impacto positivo sobre a renda da economia igual ao valor do gasto público. Como é conhecido esse fato econômico?
Teorema de Allais.
Teorema de Keynes.
Teorema de Havelmo.
Teorema de Ricardo.
De acordo com o Teorema do Orçamento Equilibrado, é correto afirmar que
um aumento nos gastos do governo no mesmo montante do aumento nos tributos terá efeito positivo sobre a renda, porque a soma do multiplicador dos gastos do governo e dos tributos é maior que um.
o multiplicador dos gastos do governo é sempre maior que o multiplicador dos tributos, independentemente do tamanho da propensão marginal a consumir.
tanto o multiplicador dos gastos do governo quanto o dos tributos têm relação inversa com a propensão marginal a consumir.
o multiplicador dos gastos do governo não apresenta qualquer relação com a propensão marginal a poupar.
o multiplicador dos tributos é diretamente proporcional à propensão marginal a poupar.
“Se o governo efetuar gastos no mesmo montante dos tributos recolhidos – orçamento equilibrado – a renda, em vez de permanecer constante, aumentará de um montante igual ao aumento dos gastos do governo e da tributação.”
Esse texto é conhecido como:
Teorema de Haavelmo.
Modelo Harrod-Domar.
Regra de Hotelling.
Análise de Von Thünen.
Modelo de Weber.
A inclinação da linha do orçamento é também denominada de preço de risco, pois indica o quanto de risco extra um investidor deverá correr para desfrutar de um retorno esperado mais elevado.
A política de orçamento equilibrado implica que um aumento simultâneo e da mesma ordem de magnitude das despesas públicas e da arrecadação aumenta a despesa agregada no mesmo montante e, nesse caso, o multiplicador keynesiano é igual à unidade
A respeito da política monetária, que constitui importante instrumento da ação do governo para a estabilização econômica, assinale a opção correta.
Na visão de Lucas, a impotência monetária deriva do fato de que políticas monetárias antecipadas são ineficazes para alterar a produção e o emprego, de forma previsível, em virtude dos comportamentos compensatórios adotados pelos agentes econômicos em face dessas políticas.
A acumulação, pelo BACEN, de haveres financeiros no exterior provoca uma contração monetária no Brasil.
Em virtude da existência de inconsistências temporais, o uso de políticas monetárias discricionárias para combater a inflação é eficaz e conduz à otimização dos resultados dessas políticas.
o governo aderir à regra do orçamento equilibrado, então não é possível utilizar políticas monetárias para estimular a economia em presença de um quadro recessivo.
As reduções recentes das taxas de juros no Brasil terão maior impacto sobre a renda real da economia brasileira se a demanda de moeda for relativamente insensível às variações nas taxas de juros.
Supondo que o nível da renda de pleno emprego (Yf) seja 1.500, o governo poderá levar a economia ao pleno emprego utilizando o chamado modelo do orçamento equilibrado variando, então, (G) e (T) em 300.
Na ausência de orçamento equilibrado, o impacto da tributação e das políticas de transferências sobre a despesa agregada advém do fato de esses instrumentos fiscais, além de afetarem a renda disponível, terem efeito, também, sobre as taxas de juros.