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Tendo em conta a teoria de teste de hipóteses, assinale o excerto a seguir:
Para uma variável X associada a certa população, para testar se o verdadeiro valor do parâmetro ϑ eˊ ϑ0, é formulado o estabelecimento das hipóteses nula (H₀) e alternativa (H₁) (1ª parte). No teste de hipóteses, deseja-se evitar dois possíveis erros: erro do tipo I, que consiste em não rejeitar H₀ quando ela é falsa e o erro do tipo II, que implica em rejeitar H₀ quando ela é verdadeira (2ª parte). Seja α a probabilidade de rejeitar a hipótese nula quando ela é verdadeira, então α é o nível de significância do teste (3ª parte).
Estão CORRETA(S):
Somente a 1ª parte.
Somente a 1ª e 2ª partes.
Somente a 2ª e 3ª partes.
A 1ª, a 2ª e a 3ª partes.
Somente a 1ª e 3ª partes.
Corden e Neary (1982) foram os primeiros pesquisadores a estudar o fenômeno da doença holandesa. Com base no conhecimento sobre esse tema, é correto afirmar que:
o aumento da rentabilidade do setor mais competitivo estaria condicionado à descoberta de novas reservas naturais, que ampliaria a oferta produtiva;
o modelo teórico para compreender a maldição dos recursos naturais era baseado em dois setores: o primário e a indústria;
o aumento do preço do gás gerou expansão substancial das receitas de exportação dos Países Baixos, o que causou desvalorização da moeda;
a doença holandesa, também chamada de maldição dos recursos naturais, estaria relacionada à redução de receitas do setor exportador de manufaturas, considerado o setor competitivo;
o modelo para compreender esse fenômeno era baseado em um setor competitivo (centrado na exploração de recursos naturais), um menos competitivo (indústria em geral); e um terceiro não exposto à concorrência internacional (serviços).
No comércio internacional, a especialização de um país depende de quais recursos produtivos (como capital e trabalho) ele possui em maior abundância. Assim, um país tende a exportar bens que usam intensamente seus fatores abundantes e importar bens que requerem fatores escassos.
Essa explicação sobre a especialização baseada na dotação relativa de fatores é oferecida pela teoria
das Vantagens Absolutas.
de Hecksher-Ohlin.
das Vantagens Comparativas.
de Stolper-Samuelson.
das Vantagens Competitivas.
O Teorema de Hecksher-Ohlin afirma que
o comércio internacional decorre das diferenças na proporção dos fatores de produção entre os diferentes países, ocorrendo especialização do fator de produção predominante.
o comércio entre dois países gera aumento do preço do fator abundante, levando à convergência entre os custos dos dois fatores nos dois países, ou seja, equalização dos preços dos fatores produtivos.
como o comércio internacional eleva o custo do fator de produção abundante no país, os países podem impor barreiras às importações aos produtos que concorrem com os produtos nacionais que são intensivos no fator de produção não abundante.
o crescimento do comércio internacional é derivado do progresso tecnológico ou por um aumento no estoque de fatores de produção, como, por exemplo, uma onda de imigração.
cada país deve se especializar na produção de bens em que seja mais eficiente, ou seja, que apresente vantagem absoluta.
No cenário atual de globalização e interdependência econômica entre os países, o comércio internacional desempenha um papel crucial no desenvolvimento econômico e na alocação eficiente dos recursos. Nesse contexto, economistas têm desenvolvido diversas teorias para explicar os padrões e os benefícios do comércio entre as nações.
Sobre as teorias do comércio internacional, assinale a opção que relaciona corretamente o pensamento econômico à sua característica.
Teoria das Vantagens Comparativas de David Ricardo: os países devem se especializar na produção e exportação de bens nos quais possuem vantagem absoluta, independente dos custos relativos entre os países.
Teoria de Heckscher-Ohlin: as diferenças na abundância relativa de fatores de produção (trabalho e capital) entre os países explicam os padrões de comércio internacional, sendo que os países exportarão bens que utilizam intensivamente os fatores de produção mais abundantemente disponíveis.
Teoria da nova teoria do comércio internacional (NTCI): a existência de economias de escala e de marcas globais são uma explicação mais convincente para o comércio internacional, descartando as teorias tradicionais baseadas em vantagens comparativas ou diferenças na abundância de fatores de produção.
Teoria da Vantagem Absoluta de Adam Smith: os países devem se especializar na produção de bens que podem ser produzidos com uma quantidade menor de fatores de produção, independentemente dos custos de produção relativos entre os países.
O Teorema de Hecksher - Ohlin é bastante conhecido na economia. Sobre os aspectos inerentes a este, é correto afirmar que:
o recurso do qual tem uma oferta relativamente pequena é o fator abundante.
o país que é abundante em um fator importa o bem cuja produção é intensiva nesse fator.
o país que é abundante em um fator exporta o bem cuja produção é intensiva nesse fator.
o recurso natural do qual um país tem uma oferta relativamente grande é o fator escasso naquele país.
O modelo de heckscher-ohlin, uma das teorias mais influentes na economia internacional, o qual enfatiza que o comércio é impulsionado pelas diferenças de recursos dos países, afirma que:
um país tenderá a produzir menos mercadorias, que usem intensamente seus recursos abundantes.
os países tendem a exportar mercadorias que possuem fatores abundantes.
um pais com grande abundância de recurso em relação à oferta de outros é escasso naquele recurso.
os países tendem a importar mercadorias, que são intensivas nos fatores com os quais eles são fornecidos abundantemente.
a produção da mercadoria intensiva naquele fator, diminui, enquanto a produção da outra mercadoria aumenta.
Uma das principais teorias em economia internacional é a de que o comércio é condicionado, em grande parte, pelas diferenças entre os recursos dos países. Essa teoria – conhecida como Teoria de Heckscher-Olin – enfatiza a interrelação entre as proporções em que fatores de produção diferentes estão disponíveis em diferentes países, e as proporções em que eles são utilizados na produção de distintos bens. É pressuposto dessa teoria
que inexista interrelação entre a razão de unidades de terra e trabalho utilizada na produção e a relação entre seus respectivos custos.
que cada economia possa produzir dois bens e que a produção de cada bem exija o uso de dois fatores de produção.
que, como considera-se a estabilidade dos preços no curto prazo, eles interferem de maneira irrelevante nos custos de produção, determinados apenas pela quantidade do fator utilizado.
que a proporção entre os recursos utilizados depende de vários fatores, menos de seus respectivos custos, dado que a combinação ótima de fatores de produção depende do nível tecnológico.
Uma teoria afirma que cada país terá vantagens comparativas na produção de bens que empregarem de maneira mais intensiva o fator de produção relativamente abundante em sua economia nacional. A intensidade do uso do fator de produção de um bem se baseia na análise do emprego dos fatores capital e trabalho. Essa teoria é o:
paradoxo de Leontief
modelo Venon e Linder
modelo Heckscher-Ohlin
modelo dos Fatores Específicos
Com base no Modelo Heckscher e Ohlin, o Brasil e o Japão, no livre-comércio, deveriam especializar-se, respectivamente, nas seguintes áreas:
bens intensivos em capital e bens intensivos em trabalho
bens intensivos em trabalho e bens intensivos em capital
bens intensivos em terra e bens intensivos em trabalho
bens intensivos em trabalho e bens intensivos em terra
Na Teoria do Comércio Internacional, há uma proposição teórica que enfatiza diferenças na dotação ou estoque de fatores de produção como a principal determinante das vantagens comparativas no comércio internacional, e busca explicitamente explicar a composição dos fluxos de comércio. Essa relação denomina-se:
Postulado Ricardiano
Modelo de Solow.
Modelo de Linder.
Teorema de Heckscher-Ohlin.
Teoria do Valor-Trabalho.
Para os teóricos neoclássicos (teóricos do liberalismo) a especialização produtiva e comercial, a partir do livre-comércio, faz com que os países obtenham uma ampliação de sua fronteira de possibilidades de produção e consumo, elevando o consumo e o padrão de vida das famílias.
Com relação à teoria neoclássica do comércio internacional e do crescimento econômico, analise as proposições e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) A função de produção de um determinado bem é intensiva em trabalho; e a função de produção do outro bem é intensiva em capital, as preferências dos consumidores são idênticas nos dois países, são algumas das hipóteses do modelo de Vantagens Absolutas.
( ) A fronteira de possibilidades de consumo (FPC) representa as quantidades máximas que um país pode acumular de bens de capital e riqueza.
( ) A fronteira de possibilidades de produção (FPP) representa as quantidades máximas que um país pode produzir de cada bem ou serviço.
( ) O teorema de Heckscher-Ohlin afirma que cada país se especializa e exporta o bem que requer a utilização mais intensiva de seu fator de produção mais abundante.
( ) No modelo de Heckscher-Ohlin o capital e o trabalho são fatores homogêneos e, portanto, podem migrar, livremente, entre os setores da economia.
Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
F – F – V – F – F
F – F – V – V – F
F – F – V – V – V
F – V – V – F – V
V – F – F – F – V
As teorias do comércio internacional diferenciam-se pelas hipóteses sobre o que determina as possibilidades de produção. Cada uma dessas teorias ou modelos enfatiza ou omite alguns aspectos da realidade. Assinale a opção que apresenta corretamente as hipóteses do modelo sobre o comércio internacional.
No modelo Ricardiano, as possibilidades de produção são determinadas pela alocação de um único fator: a renda. Esse modelo apresenta uma idéia essencial para o comércio: a vantagem comparativa.
No modelo de fatores específicos, enquanto o trabalho e a renda podem deslocar-se livremente pelos setores, há fatores que são rígidos, limitando as possibilidades de produção.
Uma vez conhecidas as possibilidades de produção, o modelo-padrão do comércio é o ideal para o entendimento e discussão sobre a distribuição de renda.
O modelo de Fisher relaciona a fronteira de possibilidades de produção e a curva de oferta relativa; os preços relativos e a demanda; e mensura os efeitos dos termos de troca.
No modelo de Hecksher-Ohlin, múltiplos fatores de produção podem deslocar-se entre os setores. O modelo ajuda a entender como os recursos podem direcionar os padrões de consumo.
Em economia internacional, a Teoria de Heckscher-Ohlin é também denominada teoria
das vantagens comparativas.
do segundo melhor.
da produtividade dos fatores.
da paridade do poder de compra.
das proporções de fatores.
De acordo com o Modelo Hecksher/Ohlin de Comércio Internacional, um país deverá especializar-se na produção dos bens quando esta for.
mais barata.
intensiva na utilização do fator mais abundante.
mais tradicional.
intensiva na utilização do fator mais eficiente.
mais eficiente.
Sobre o modelo de vantagens comparativas e o “Modelo Heckscher-Ohlin” analise as afirmativas a seguir.
I. O modelo ricardiano de vantagens comparativas mostra que essas vantagens surgem de diferenças de produtividade entre países, enquanto no modelo de Heckscher-Ohlin as diferenças surgem da dotação relativa de fatores de produção.
II. O modelo original ricardiano usa um fator de produção, trabalho, enquanto o modelo Heckscher-Ohlin usa dois fatores de produção.
III. Nenhum dos dois modelos utiliza o conceito de vantagens absolutas para gerar comércio internacional.
São corretas as afirmativas:
I e III, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Com relação às teorias de comércio internacional, pode-se afirmar que as premissas do modelo Hecksher-Ohlin (HO)são:
livre comércio, ausência de custos de transportes, livre mobilidade interna dos fatores, função de produção decrescente e existem dois fatores capital e trabalho.
livre comércio, ausência de custos de transportes, ausência de mobilidade interna dos fatores, função de produção crescente e existem dois fatores capital e trabalho.
livre comércio, ausência de custos de transportes, livre mobilidade interna dos fatores, função de produção crescente e existe um fator de produção.
livre comércio, ausência de custos de transportes, não há mobilidade interna dos fatores, função de produção decrescente e existe um fator de produção.
livre comércio, ausência de custos de transportes, livre mobilidade interna dos fatores, função de produção é crescente e existem dois fatores capital e trabalho.
Sobre o “Modelo Heckscher-Ohlin” é correto afirmar que:
O comércio internacional leva à completa disparidade dos preços dos fatores, com os preços divergindo para sua taxa relativa mundial de preços.
O comércio internacional, pela convergência dos preços dos fatores, sempre leva à melhora dos salários dos trabalhadores mundiais.
Sem comércio, a tendência natural de equilíbrio é de equalização do preço dos fatores à dotação natural dos fatores. O comércio internacional diminui essa propensão.
Quando há comércio, os preços relativos dos bens convergem, o que leva à convergência dos preços relativos dos fatores de produção.
No Brasil, ao longo da década passada, período de liberalização comercial, houve aumento no número de trabalhadores com nível superior e no rendimento relativo desses trabalhadores.
No modelo de Heckscher - Ohlin, a causa mais importante para explicar por que as nações trocam mercadorias entre si (comércio internacional) é a diferença
na tecnologia.
na dotação de fatores.