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Na existência de economias de escala na produção de um bem, a fronteira de possibilidades de produção de um país é linear.
Certo
Errado
O modelo de vantagens comparativas de David Ricardo somente é capaz de explicar ganhos de comércio sob uma situação de especialização completa.
Certo
Errado
Na teoria clássica de comércio, as vantagens comparativas são explicadas por funções de produção diferentes dos dois países.
Certo
Errado
O modelo de comércio de David Ricardo descreve como é possível alcançar pontos acima e à direita na fronteira de possibilidades de consumo.
Certo
Errado
A Teoria das Vantagens Absolutas de Adam Smith mensura que um país deve escolher produzir aquele bem que lhe demande menores custos produtivos.
Certo
Errado
Contudo, se a teoria clássica é apenas aplicável ao caso do pleno emprego, torna-se obviamente enganoso aplicá-la aos problemas de desemprego involuntário – supondo-se que tal coisa exista (e quem o negará?). Os teóricos da escola clássica são comparáveis aos geômetras euclidianos em um mundo não euclidiano, os quais, descobrindo que, na realidade, as linhas aparentemente paralelas se encontram com muita frequência, as criticam por não se conservarem retas, como único recurso contra as desastrosas interseções que se produzem. Sendo esta a realidade, não há, de fato, nenhuma outra solução a não ser rejeitar o axioma das paralelas e elaborar uma geometria não euclidiana.
(Keynes, 1996, p. 54.)
A teoria clássica criticada por John Maynard Keynes tem como seus principais autores:
Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber.
Adam Smith, Augusto Comte, Rousseau e Montesquieu.
Adam Smith, David Ricardo, Thomas Robert Malthus e John Stuart Mill.
Euclides de Alexandria, Adam Smith, David Ricardo, Thomas Robert Malthus.
As teorias do comércio internacional diferenciam-se pelas hipóteses sobre o que determina as possibilidades de produção. Cada uma dessas teorias ou modelos enfatiza ou omite alguns aspectos da realidade. Assinale a opção que apresenta corretamente as hipóteses do modelo sobre o comércio internacional.
No modelo Ricardiano, as possibilidades de produção são determinadas pela alocação de um único fator: a renda. Esse modelo apresenta uma idéia essencial para o comércio: a vantagem comparativa.
No modelo de fatores específicos, enquanto o trabalho e a renda podem deslocar-se livremente pelos setores, há fatores que são rígidos, limitando as possibilidades de produção.
Uma vez conhecidas as possibilidades de produção, o modelo-padrão do comércio é o ideal para o entendimento e discussão sobre a distribuição de renda.
O modelo de Fisher relaciona a fronteira de possibilidades de produção e a curva de oferta relativa; os preços relativos e a demanda; e mensura os efeitos dos termos de troca.
No modelo de Hecksher-Ohlin, múltiplos fatores de produção podem deslocar-se entre os setores. O modelo ajuda a entender como os recursos podem direcionar os padrões de consumo.
A expressão “vantagem comparativa” indica:
Descrição dos custos de oportunidade de dois produtores.
Descrição dos custos de produção de dois produtores.
Descrição dos custos de reposição de dois produtores..
Descrição dos custos de venda de dois produtores.
Descrição dos custos de diretos de dois produtores.