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Seja “S” o salário médio do trabalhador, “E” os anos de estudo, “a” o parâmetro da variável “E” a ser estimado e “u” um termo aleatório.
Suponha que um analista queira verificar o quanto um ano a mais de estudo aumenta (ou reduz) em porcentagem o salário médio do trabalhador.
Para alcançar esse efeito da educação sobre o salário, o analista deve estimar o seguinte modelo econométrico:
O efeito Pigou estabelece que uma redução dos salários nominais proporcionará deflação de preços, aumento de riqueza e de consumo até que o produto de pleno emprego seja alcançado.
Nesse modelo, as firmas maximizam os seus lucros, apesar de o salário real ser estabelecido em patamar superior ao observado em concorrência perfeita.
No referido modelo, o desemprego reduz o salário-eficiência.
Barganhas salariais muito descentralizadas ou muito centralizadas produzem resultados superiores em termos de emprego e inflação, quando comparadas a situações intermediárias.
Devido às características do setor de transporte urbano (oligopólio gerador de emprego de baixa qualificação, entre outras), cabe aos sindicatos desempenhar o papel de elevar os salários dos trabalhadores do setor e, conseqüentemente, contribuir para o aumento das tarifas pagas pelos usuários.
De acordo com a teoria dos salários eficiência, dificuldades na avaliação do verdadeiro potencial dos trabalhadores levam os empregadores a pagar salários superiores àqueles oferecidos pelo mercado, provocando, assim, desemprego.
Com base nos dados apresentados, é correto concluir que o salário médio do trabalhador brasileiro é inferior ou igual a R$ 360,00.
Com a liberalização do comércio internacional, os salários dos trabalhadores qualificados tendem a ser reduzidos nos países desenvolvidos, enquanto os salários dos trabalhadores não-qualificados são reduzidos nos países em desenvolvimento.
No tocante aos estabelecimentos industriais no interior do país, sabe-se que, ao final da década passada, eles possuíam, em média, um menor número de empregados que os estabelecimentos na capital, mas esses empregados possuíam um nível de escolaridade maior e recebiam salários consideravelmente mais altos.
Alguns modelos macroeconômicos trabalham com a hipótese de que o salário não se ajusta conforme um modelo tradicional de oferta e demanda por trabalho, existindo, assim, uma certa "rigidez salarial". Tal rigidez é sustentada pelas teorias do "salário eficiência". Estas teorias sustentam que:
os salários são rígidos pela ausência do fator "eficiência" no mercado de trabalho, caracterizado sempre pelo excesso de oferta
os salários são reajustados de acordo com a eficiência do trabalho. Como esta é constante no curto prazo, as empresas não aumentam os salários, mesmo quando há excesso de demanda no mercado de trabalho
salários mais elevados tornam os trabalhadores mais produtivos, o que pode explicar porque determinadas empresas não reduzem salário, mesmo quando há excesso de oferta no mercado de trabalho
problemas de assimetria de informação no mercado de trabalho explicam por que os salários são rígidos no sentido ascendente
os salários em grandes empresas tendem a variar apenas em função de alterações na demanda por mão-de-obra, já que a oferta é rígida no curto prazo. Assim, se a demanda é alta, o salário também tende a ser alto; e esse aumento em geral está relacionado com os ganhos de eficiência por parte das empre-sas.
Considere as seguintes afirmativas:
I - Entende-se por diferenciação compensatória de salários a diferença de salários que compensa os trabalhadores por aspectos não pecuniários indesejáveis dos trabalhos;
II - A diferenciação compensatória de salários decorre de algum tipo de discriminação no mercado;
III - Restrições institucionais podem causar diferenciações salariais.
Pode-se afirmar que
O mercado de trabalho agregado em uma economia é caracterizado pelo equilíbrio derivado a partir de duas regras: uma de fixação de salários nominais (RS), e uma de fixação de preços (RP). A regra de fixação de salários nominais é dada por W = P x F(U), sendo W o nível de salários nominais agregado, P o nível de preços agregado, e F(u) uma função da taxa de desemprego, com primeira derivada negativa. A regra de fixação de preços é dada por P = (1+µ )W, onde m é a taxa de mark-up sobre os custos, que aqui limitam-se aos salários nominais. Rearranjando estas duas regras algebricamente, temos as seguintes relações:
O ponto de equilíbrio dado pelos valores que satisfazem simultaneamente as duas relações acima, determinando a taxa natural de desemprego u*, pode ser visto graficamente:
No contexto do modelo acima, uma política de regulação de preços por parte do governo, que tenha o efeito de reduzir o nível de mark-up(m ) terá o efeito de
aumentar o desemprego natural e o salário real
aumentar o desemprego natural e diminuir o salário real
diminuir o desemprego natural e aumentar o salário real
diminuir o desemprego natural e o salário real
deixar constantes o desemprego natural e o salário real