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A teoria do consumidor usa o conceito de utilidade para mostrar o nível de satisfação que uma pessoa obtém ao consumir bens e serviços. Historicamente, duas abordagens principais surgiram para medir essa satisfação: utilidade cardinal; e utilidade ordinal. Com base nos fundamentos da teoria microeconômica, sobre a abordagem da utilidade cardinal, assinale a alternativa correta.
A utilidade cardinal é uma abordagem que permite apenas ordenar as preferências do consumidor, sem quantificar a intensidade da satisfação obtida com o consumo de diferentes cestas de bens.
Na abordagem cardinal, a utilidade é medida em unidades arbitrárias chamadas "utils", o que permite afirmar, por exemplo, que o consumo de uma cesta de bens proporciona o dobro de satisfação que outra cesta.
A abordagem cardinal foi completamente abandonada pela microeconomia moderna e substituída exclusivamente pela abordagem ordinal, que não usa mais o conceito de utilidade marginal.
Na utilidade cardinal, a função de utilidade é definida apenas até uma transformação crescente. Ou seja, qualquer transformação que mantenha a ordem das preferências é igualmente válida.
A utilidade cardinal é incompatível com o princípio da utilidade marginal decrescente, pois, se a utilidade pode ser medida em números, a utilidade marginal seria necessariamente constante.
Ainda que implique vieses em situações normais, o uso de heurísticas pode ser benéfico em contextos de incerteza.
Certo
Errado
A teoria da utilidade procura explicar o comportamento do consumidor em relação à satisfação derivada do consumo de bens e serviços, distinguindo entre utilidade cardinal e ordinal. Com base nesse enfoque, assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE a concepção de utilidade ordinal.
Medição quantitativa e absoluta da utilidade associada a cada bem.
Classificação das preferências de forma hierárquica, sem atribuição de valores numéricos.
Atribuição de unidades fixas de utilidade a cada nível de consumo.
Comparação aritmética das utilidades obtidas por diferentes consumidores.
Considere as seguintes afirmativas sobre o Método dos Mínimos Quadrados Ordinário:
I. O método dos mínimos quadrados consiste em adotar estimadores que minimizam a soma dos quadrados dos desvios entre valores estimados e valores observados na amostra.
II. Os resíduos são dependentes dos valores da variável preditora.
III. Há uma diferença entre o resíduo (𝑒𝑖) e o erro aleatório (𝜀𝑖). O resíduo se refere sempre ao modelo ajustado aplicado à sua amostra de ajuste. Por sua vez, o erro aleatório se refere ao modelo no âmbito da população, ou seja, 𝑌 = 𝛽0 + 𝛽1𝑋 +𝜀 ⇒ 𝜀 = 𝑌− (𝛽0 +𝛽1𝑋) ⇒ 𝜀 = 𝑌−𝐸({𝑌}).
IV. A soma dos resíduos não é nula, ou seja, ∑𝑒𝑖 ≠ 0.
Assinale a alternativa CORRETA:
Somente a afirmativa II é verdadeira.
Somente as afirmativas I e III são verdadeiras.
Somente as afirmativas I e IV são verdadeiras.
Somente as afirmativas II e III são verdadeiras.
Somente as afirmativas II e IV são verdadeiras.

Uma função de utilidade que permita concluir em que medida uma cesta de bens em Belém é preferível a outra em Boa Vista é denominada função de utilidade cardinal.
A mensurabilidade da utilidade é característica da abordagem ordinal do consumidor.
A respeito da teoria do consumidor, das utilidades cardinal e ordinal e da restrição orçamentária, assinale a opção correta.
Um aumento da renda do consumidor afeta a inclinação da reta orçamentária, pois os preços relativos são afetados.
A cobrança de um imposto levar à duplicação dos preços dos bens equivale à duplicação da renda do consumidor.
Uma transformação monotônica de uma função de utilidade gera uma nova função de utilidade que representa as mesmas preferências da função original.
Segundo as teorias da utilidade cardinal, a ordem das curvas de preferência é o mais eficiente meio de comparar cestas de bens.
Independentemente de serem ou não monotônicas, as preferências podem ser representadas por uma função de utilidade.
Como a utilidade cardinal, representada pelo mapa de indiferença, é crucial para descrever as preferências dos consumidores, as grandezas numéricas dos níveis de utilidade têm significado intrínseco do ponto de vista do ordenamento dessas mesmas escolhas.