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As doenças ocupacionais têm sido preocupações de muitas organizações e um grande desafio para os trabalhadores, profissionais da saúde e de gestão de pessoas. Nos serviços de atenção à saúde dos trabalhadores, as dores e a incapacidade de trabalhar originárias da coluna vertebral são constatações frequentes (MENDES, 2013). Nesse sentido, a respeito das doenças ocupacionais é INCORRETO afirmar que:
Os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) são definidos como uma síndrome clínica caracterizada por dor crônica acompanhada ou não de alterações objetivas em decorrência do trabalho, podendo afetar tendões, músculos e nervos periféricos;
Na Síndrome de Burnout é apontado um quadro clínico mental extremo de estresse ocupacional, que surge em decorrência do estresse crônico ou após o mesmo;
A cervicalgia, lombalgia, dedo em gatilho e fibromatose da fáscia palmar são diagnósticos possivelmente relacionados ao trabalho e, portanto, podem ser enquadrados como LER/DORT;
Doenças ocupacionais são aquelas associadas ao ofício do trabalhador e às condições de trabalho nas quais ele está inserido;
As doenças crônicas degenerativas são consideradas doenças ocupacionais.