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Sempre existiu na sociedade a identidade dos corpos. A ideia de que algumas práticas são para homens e outras para mulheres faz parte da nossa história. Pensamentos culturais impositivos sobre como homens e mulheres devem se portar e qual é o lugar deles na sociedade, influenciaram a dança. Um exemplo recorrente é o balé que, ainda hoje, está relacionado à delicadeza e feminilidade, ou seja, visto como prática para mulheres, fazendo com que homens que vivenciam esse estilo ou deseja vivenciá-lo, sejam vítimas de preconceitos. Como indicado no texto, percebemos uma reação cultural quando:
Pessoas com perfis corporais diferentes dos nossos se envolvem em atividades diferenciadas.
Um dos gêneros é mais estimulado a praticar a atividade, no caso da dança, acaba sendo um espaço mais feminino.
A prática da atividade exige um perfil corporal que nem sempre o masculino atende, assim, os homens são excluídos.
As atividades acabam ficando restritas a um vocabulário exclusivo de determinado grupo social.
Práticas físicas que acabam restringindo a participação de um número maior de praticantes.