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A dança educa ao entrelaçar interfaces entre a corporeidade e a estética. Ao ser abordada na escola, deve possibilitar o acesso à diversidade de manifestações dançantes, com o objetivo de que os alunos percebam os ambientes de aprendizagem que as danças são capazes de oferecer. A partir desse pensamento, a dança na escola pode
reproduzir as danças da moda para a sala de aula, como uma possibilidade de acolher os conhecimentos prévios dos alunos e os contextos em que essas danças se manifestam.
priorizar a razão em detrimento de uma educação dos sentidos, na intenção em ir de encontro ao didatismo e à metodização das práticas educativas.
enaltecer o tecnicismo e o espontaneísmo ingênuo para que seja possível criar um ambiente em que a condição do ser dançante seja balizada pelas técnicas da dança.
despertar o corpo para a dança situando o ballet como principal referência dançante, em contraposição a outros movimentos em dança, como por exemplo o hip-hop e o funk.
possibilitar processos criativos como os de Pina Baush e William Forsythe, no sentido de construir ambientes flexíveis e abertos às necessidades de diálogo entre professores e alunos.