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No âmbito da fisiologia cardiovascular do exercício, investigações de Mitchell e Blomqvist (1971) e atualizações recentes em fisiologia clínica ressaltam o papel do débito cardíaco na sustentação da performance. Qual proposição expressa essa compreensão?
O débito cardíaco resulta da interação entre frequência cardíaca e volume sistólico, sendo modulável conforme intensidade e duração do exercício.
O débito cardíaco apresenta-se como variável invariável, independente de alterações no treinamento ou da demanda metabólica imposta ao organismo.
A frequência cardíaca isolada constitui elemento suficiente para determinar o débito cardíaco, prescindindo de análises adicionais sobre volume sistólico.
O débito cardíaco mantém-se restrito a condições de repouso, não sofrendo adaptações relevantes durante esforços submáximos ou máximos.
O volume sistólico e a frequência cardíaca não estabelecem relação direta com a performance, atuando como fatores fisiológicos independentes.