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No âmbito da fisiologia endócrina do exercício, estudos como os de Hackney (2017) e Kraemer & Ratamess (2021) destacam a complexidade das adaptações hormonais decorrentes do treinamento físico sistemático. Qual proposição reflete de maneira mais rigorosa essa concepção?
O treinamento sistemático gera predominância de secreção de hormônios adrenocorticais, com efeitos mais acentuados sobre a resistência cardiorrespiratória do que sobre a hipertrofia.
O condicionamento físico promove ajustes predominantemente tireoidianos, favorecendo o equilíbrio metabólico sem repercussões significativas sobre processos musculares.
A resposta endócrina ao esforço envolve interações múltiplas entre hormônios anabólicos e catabólicos, modulando síntese proteica, mobilização energética e recuperação tecidual.
As adaptações hormonais no exercício concentram-se na liberação progressiva de insulina, sustentando o metabolismo glicídico como eixo central da performance atlética.
As alterações endócrinas relacionadas ao esforço físico priorizam o eixo gonadal, fortalecendo a manutenção de densidade óssea em detrimento da modulação metabólica.