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A V Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose (2025) destaca o papel da atividade física como tratamento não medicamentoso das dislipidemias. Estudos indicam que diferentes modalidades de exercício podem gerar respostas específicas.
Considerando as evidências científicas sobre os efeitos do exercício aeróbico e de força sobre o perfil lipídico, assinale a opção correta.
O exercício de força está associado à redução do colesterol HDL e ao aumento dos triglicerídeos em indivíduos dislipidêmicos.
O exercício aeróbico é mais eficaz na melhora do perfil lipídico do que o exercício de força, cujos efeitos são menos conclusivos.
O treinamento de força tende a elevar o LDL e o colesterol total, enquanto o exercício aeróbico eleva os triglicerídeos plasmáticos.
O exercício aeróbico e o de força produzem efeitos idênticos e imediatos sobre todas as frações lipídicas, independentemente da frequência semanal.
Apenas exercícios de alta intensidade são eficazes na modulação do metabolismo lipídico, independentemente da modalidade.