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Em relação à prescrição e às adaptações específicas do treinamento aeróbico para pacientes com Insuficiência Cardíaca (IC), assinale a alternativa INCORRETA.
A intensidade do treinamento deve ser baseada, preferencialmente, no monitoramento individual da Frequência Cardíaca de Pico obtida em teste ergométrico recente, ou determinada pelo Limiar Ventilatório 1 ou pela Percepção Subjetiva de Esforço na escala de Borg (11 a 14).
Uma das adaptações mais importantes e benéficas é a melhora da disfunção endotelial, que ocorre pela elevação da biodisponibilidade de Óxido Nítrico, resultando em melhor vasodilatação periférica.
O principal objetivo do treinamento aeróbico na insuficiência cardíaca é reduzir a demanda de oxigênio do miocárdio para qualquer nível submáximo de esforço, por meio de adaptações periféricas (musculares e vasculares) que tornam o músculo mais eficiente.
O exercício crônico induz a adaptações no músculo esquelético, aumentando a densidade mitocondrial e a capacidade oxidativa, o que resulta em menor produção de lactato e menor dependência de captação de oxigênio pelo músculo na mesma carga absoluta.
O treinamento de força (resistido) é contraindicado, pois o aumento súbito da pós-carga e da resistência vascular periférica durante as contrações dinâmicas elevadas pode descompensar a função ventricular comprometida.