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“O Hip Hop chegou ao Brasil no início dos anos 80, trazido por grupos de break dance que se reuniam na Galeria 24 de Maio e na estação São Bento, em São Paulo. Eles escutavam as músicas americanas e criavam seus próprios passos e coreografias. Os primeiros a ter contato com o Hip Hop no Brasil foram os dançarinos de break, chamados de b-boys. Um dos nomes mais importantes dessa cena foi Nelson Triunfo, considerado o pai do Hip Hop brasileiro.
O Hip Hop é um movimento cultural que se espalhou pelo mundo, influenciando a música, a dança, a arte e a sociedade. No Brasil, o Hip Hop chegou na década de 80 e se desenvolveu como uma forma de expressão artística, cultural e política dos jovens das periferias. O Hip Hop é uma cultura viva e dinâmica, que se reinventa constantemente e que representa a voz e a resistência da população negra e dos excluídos”.
A história e a evolução do HIP HOP no Brasil e no mundo. Disponível em: https://www.jornaldorap.com.br/noticias/a-historia-e-a-evolucao-do-hip-hop-no-brasil-e-no-mundo/. Acesso em: maio/2025.
A cultura Hip Hop e suas manifestações na música, nas artes visuais e na dança pode ser conteúdo das aulas de Educação Física no ensino médio. Assim, em uma proposta centrada nessa manifestação, o docente pode propor dinâmicas que foquem na exploração dos movimentos, do tempo e do espaço, aspectos culturais e sócio-históricos.
Diante do conhecimento acerca da cultura Hip Hip, é INCORRETO afirmar que:
Fontes: SÃO PAULO. Educação Física: movimento Hip Hop. Secretaria da Educação, 2024. Disponível em: https://acervocmsp.educacao.sp. gov.br/105180/613783.pdf.
Acesso em: mai. 2025. LABAN, Rudolf. Dança educativa moderna. Tradução de Maria da Conceição Parayba Campos. São Paulo: Ícone, 1990. MARQUES, Isabel. Dançando na escola. São Paulo: CORTEZ, 2003.
Os Footworks e Freezes, frequentemente realizados apoiando as mãos, os braços, o tronco e a cabeça no chão, são movimentos realizados sempre em plano alto.
Locking, Popping e House são estilos de movimentos usados pelos b-boy e b-girl.
Em relação ao tempo, a marcação do breaking dance sempre segue as batidas das músicas, mas a dança também pode ser realizada em contratempo.
“Batalha” é o nome dado a um confronto em que MCs e b-boys demonstram suas habilidade na música e na dança de forma improvisada.
Embora o Breaking dance seja expressivo no Brasil, a modalidade não teve nenhum representante brasileiro nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.