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Pautados na abordagem Critico Emancipatória, Kleinubing et al. (2012) apresenta uma experiência de danças no ensino médio planejadas a partir das categorias trabalho, interação e linguagem (Kunz, 2001). Assim, há reflexões sobre a apropriação desse conteúdo por uma parte dos professores de Educação Física, que poderiam assumir o papel de mediadores e problematizadores das experiências discentes.
Em relação ao conteúdo de danças e a abordagem Crítico-Emancipatória, é CORRETO afirmar que:
As vivências e conhecimentos prévios, originários de diferentes contextos, são desconsiderados na proposição das aulas de Educação Física escolar.
As influências midiáticas, bem como as redes sociais, não se configuram como espaço de mediação cultural entre diferentes perspectivas de mundo.
A competência objetiva se relaciona à categoria trabalho, ao “saber fazer”, buscando, de modo desinteressado, uma reflexão crítica sobre o fazer e ser sujeito do ato de dançar.
Os elementos constitutivos da dança, as famílias de movimento e expressividade são associados à categoria da linguagem dentro da competência comunicativa.
O “se movimentar” incorpora toda a subjetividade voltada aos discentes em movimento. Logo, o diálogo e as discussões auxiliam os estudantes a ler, interpretar e criticar a cultura da dança em diversos aspectos.