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Um estudante de 16 anos com diabetes mellitus tipo 1 apresenta episódios recentes de hipoglicemia e sinais compatíveis com neuropatia autonômica, caracterizados por percepção reduzida de hipoglicemia, taquicardia de repouso e resposta cronotrópica atenuada ao esforço.
No contexto de uma aula escolar com circuito aeróbio, considerando princípios da fisiologia do exercício, segurança da prescrição e limites da atuação pedagógica em saúde, a decisão adequada é:
prescrever a intensidade do exercício por percentual da frequência cardíaca máxima (FCmáx), uma vez que a frequência cardíaca mantém relação direta e estável com a carga interna mesmo na presença de disfunção autonômica.
priorizar a realização do exercício em jejum, a fim de reduzir variações glicêmicas e facilitar o ajuste da dose de insulina no período escolar.
excluir o estudante das práticas aeróbias e restringir sua participação a atividades de alongamento, em razão do risco inevitável associado ao esforço cardiovascular.
utilizar a percepção subjetiva de esforço (PSE) como principal parâmetro de intensidade, associada ao monitoramento glicêmico conforme protocolo institucional, planejamento de pausas, acesso imediato a carboidrato e progressões graduais da carga.