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O ensino de exercícios que envolvem produção de força muscular em crianças e adolescentes tem sido historicamente cercado por mitos relacionados a possíveis prejuízos ao crescimento e ao desenvolvimento. Entretanto, posicionamentos recentes de entidades como a National Strength and Conditioning Association (NSCA), American Academy of Pediatrics (AAP) e o American College of Sports Medicine (ACSM) indicam que, quando devidamente supervisionadas e pedagogicamente estruturadas, atividades sistematizadas de força podem promover benefícios neuromusculares, ósseos e psicossociais nessa população. No âmbito da Educação Física Escolar, considerando fundamentos da fisiologia do crescimento, do controle motor e da pedagogia do movimento, é CORRETO afirmar que: exercícios que e
exercícios que envolvem força muscular devem ser evitados antes do completo fechamento das epífises ósseas, pois aumentam inevitavelmente o risco de comprometimento do crescimento longitudinal.
o desenvolvimento da força em crianças ocorre predominantemente por mecanismos hipertróficos decorrentes de elevados níveis de testosterona circulante.
o ensino de exercícios de força pode integrar o currículo escolar desde que priorize técnica adequada, progressão pedagógica, estímulos compatíveis com a maturação biológica e supervisão qualificada, sendo os ganhos iniciais predominantemente decorrentes de adaptações neurais.
atividades que envolvem força muscular são indicadas apenas para adolescentes atletas inseridos em programas esportivos competitivos.
a principal adaptação decorrente do ensino da força em escolares é o aumento expressivo da massa muscular, independentemente do estágio maturacional.