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(PMA/URCA 2026) A cirurgia bariátrica é considerada uma estratégia eficaz no tratamento da obesidade grave, promovendo alterações anatômicas e hormonais significativas, incluindo modificações na secreção de GLP-1, PYY, grelina e na sensibilidade à insulina. No entanto, além da redução de massa adiposa, observase perda expressiva de massa magra, possível redução da densidade mineral óssea, risco de deficiências nutricionais (ferro, vitamina B12, vitamina D, cálcio) e alterações na tolerância ao exercício, especialmente nos primeiros meses pós-operatórios. Diante das alterações metabólicas, nutricionais e funcionais do período pósoperatório, assinale a alternativa que melhor fundamenta a prescrição do exercício físico nesse contexto.
O treinamento resistido deve ser evitado nos primeiros 12 meses, pois pode comprometer a cicatrização tecidual e aumentar o risco de hérnias incisionais.
A rápida perda de peso no pós-operatório elimina a necessidade de controle da intensidade do exercício, uma vez que a melhora metabólica ocorre independentemente do estímulo físico.
A combinação de treinamento resistido e aeróbio, com progressão individualizada, é fundamental para minimizar a perda de massa magra, preservar a taxa metabólica de repouso e atenuar a redução da densidade mineral óssea.
A presença de possíveis deficiências nutricionais não interfere na resposta ao treinamento físico, desde que o paciente apresente redução significativa do índice de massa corporal.
Exercícios de impacto devem ser priorizados precocemente para acelerar a recuperação da densidade mineral óssea, independentemente do estado nutricional e da fase adaptativa pós-cirúrgica.