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A educação física começou a se preocupar com atividade física para pessoas com deficiência, no final da década de 1950. O início da prática do desporto no Brasil aconteceu pela reabilitação e deu-se em virtude de iniciativas de Robson Sampaio de Almeida e Sérgio Serafim Del Grande, após ficarem deficientes físicos em decorrência de acidentes e irem procurar os serviços de reabilitação nos Estados Unidos. Ao analisar o histórico do esporte adaptado e sua posterior evolução para o alto rendimento (Paralimpíadas), criaram uma forte associação com o “modelo médico da deficiência”. Na Educação Física Escolar, a adoção irrefletida desse modelo pode levar a distorções pedagógicas.
Considerando o “modelo social da deficiência”, qual prática docente melhor exemplifica a superação dessa visão e a aplicação correta dos princípios de inclusão no esporte educacional?
Realizar uma avaliação física minuciosa de um estudante com paralisia cerebral para classificá-lo na classe motora adequada antes de qualquer atividade.
Escolher o basquete em cadeira de rodas como conteúdo, pois é um esporte consolidado, e providenciar cadeiras especiais para que os estudantes com deficiência joguem, enquanto os outros observam.
Diagnosticar as "limitações" de um estudante cego para, então, planejar atividades "possíveis" para ele, como arremesso de peso adaptado.
Modificar uma unidade didática de judô, focando nos princípios do equilíbrio e da alavanca, e utilizar faixas com guizos nos braços dos “judocas” sem deficiência durante os exercícios de pegada (kumi-kata) em duplas mistas.
Enfatizar os benefícios terapêuticos da natação para estudantes com deficiência física durante as aulas, prescrevendo séries de exercícios corretivos.