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O profissional de Educação Física exerce papel fundamental no desenvolvimento global de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), utilizando o esporte e o movimento como estratégias para promover socialização, coordenação motora e bem-estar emocional. Diante disso, infere-se que:
Nos esportes coletivos, o desenvolvimento social e motor das pessoas com TEA tende a ser favorecido quando as atividades são adaptadas, planejadas de forma lúdica e realizadas em ambiente não competitivo.
A natação, embora contribua para o tônus muscular, deve ser evitada, pois os estímulos sensoriais da água podem gerar sobrecarga e agitação comportamental.
O karatê não é indicado para pessoas com TEA, pois movimentos sequenciais e controlados aumentam o déficit de atenção e reduzem a autonomia.
Os circuitos funcionais devem ser aplicados apenas em indivíduos com alto grau de autonomia motora, uma vez que não contribuem para o desenvolvimento cognitivo.