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No ensino das danças, frequentemente ocorre a invisibilização ou folclorização das matrizes africanas e indÍgenas. Segundo a perspectiva da educação intercultural na Educação Física, como o professor deve atuar ao inserir manifestações como o maculelê, o jongo ou as danças urbanas no planejamento das aulas?
O educador precisa focar no ensino do ritmo europeu clássico, excluindo danças populares como o funk e o afoxé por considerá-las manifestações desprovidas de qualquer valor pedagógico.
O educador atua reproduzindo a visão eurocêntrica do movimento, folclorizando as práticas afro-brasileiras e omitindo o debate sobre as lutas por cidadania e a resistência contra o racismo.
O educador deve tratar as danças folcloricas brasileiras de modo performático, ignorando o potencial da expressividade, da criatividade e da comunicação corporal dos estudantes.
O educador deve contextualizar as raízes históricas e socioculturais das danças afro-brasileiras e indígenas, promovendo o respeito à diversidade e desconstruindo hierarquias e preconceitos associados a essas manifestações corporais.