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A Síndrome do Impacto no Ombro (SIO) é uma patologia frequente que causa dor e incapacidade funcional, sendo caracterizada por processos inflamatórios e degenerativos nas estruturas da articulação coracoacromial. Diversos estudos apontam que a fraqueza muscular e os microtraumatismos repetitivos são fatores determinantes para o surgimento dessa condição. Nesse cenário, o exercício resistido (fortalecimento muscular) surge como uma intervenção fundamental, oferecendo uma abordagem conservadora que visa recuperar a estabilidade e a função da cintura escapular. De acordo com os protocolos de tratamento, qual diretriz deve nortear o manejo e a prescrição de exercícios resistidos para indivíduos com Síndrome do Impacto no Ombro?
A prescrição deve focar na imobilização total da articulação glenoumeral para evitar qualquer tipo de desgaste adicional no tendão supraespinhoso.
O tratamento deve limitar-se exclusivamente ao uso de medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios, visto que o esforço físico agrava a instabilidade capsular.
A intervenção cirúrgica deve ser priorizada imediatamente após o diagnóstico, pois o exercício resistido possui eficácia comprovada apenas para a prevenção, e não para o tratamento.
Os exercícios de fortalecimento devem ser realizados com carga máxima (100% de 1RM) desde a primeira sessão, visando o ganho rápido de massa muscular em atletas.
O treinamento deve ser progressivo e orientado, utilizando exercícios de fortalecimento (como rotações e abdução horizontal) com aumento gradual de repetições e carga ao longo das semanas.