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Durante a realização de esforços físicos dinâmicos, o organismo humano aciona um conjunto de ajustamentos fisiológicos imediatos visando suprir as demandas metabólicas do tecido muscular em atividade. Essas respostas, denominadas adaptações agudas, envolvem modificações integradas na função cardíaca, na regulação da pressão arterial e na distribuição do fluxo sanguíneo para garantir que o oxigênio e os nutrientes cheguem de forma eficaz às zonas musculares mais carenciadas. Com base nas adaptações agudas cardíacas, vasculares e hemodinâmicas ao exercício físico dinâmico assinale a alternativa CORRETA.
A pressão arterial diastólica (PAD) aumenta de forma linear e proporcional à intensidade do esforço dinâmico, enquanto a pressão arterial sistólica (PAS) permanece estável para evitar sobrecarga ventricular.
O débito cardíaco mantém-se constante desde o repouso até o esforço máximo, ocorrendo apenas uma inversão entre os valores de frequência cardíaca e volume sistólico para manter a homeostasia.
O aumento do débito cardíaco no esforço é resultado do incremento da frequência cardíaca e do volume sistólico, sendo o sangue redistribuído para os músculos ativos por meio de um processo de vasodilatação seletiva desses territórios.
A bradicardia de repouso e a hipertrofia ventricular esquerda são os principais exemplos de adaptações agudas que ocorrem imediatamente após os primeiros cinco minutos de uma sessão de treinamento.
O mecanismo da bomba muscular, fundamental para o retorno venoso, atinge sua máxima eficiência em exercícios isométricos (estáticos), nos quais a contração muscular contínua facilita a propulsão do sangue.