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O Balé Stagium inovou ao propor uma relação diferente entre a técnica do balé e os temas abordados em suas coreografias. O coreógrafo Décio Otero afirmou: "Em 1971, a criação coreográfica brasileira era uma cópia pálida das fadas e príncipes mal-importados da Europa e dos Estados Unidos, e nossa originalidade foi olhada com espanto." Sobre a relação entre técnica e temática no trabalho do Stagium, assinale a alternativa CORRETA.
O Stagium rompeu completamente com a técnica do balé clássico, abandonando todos os seus códigos para criar um movimento inteiramente novo e sem qualquer referência acadêmica.
O Stagium rejeitou qualquer preocupação técnica, priorizando exclusivamente a mensagem política em detrimento da qualidade do movimento dançado.
A inovação do Stagium restringiu-se ao uso de figurinos verdes e amarelos, sem qualquer modificação na estrutura coreográfica ou temática dos balés europeus.
O grupo decidiu abandonar completamente o balé e adotar exclusivamente danças indígenas e folclóricas, sem qualquer mediação da técnica clássica.
A companhia manteve os códigos técnicos do balé clássico, mas os aplicou a temas brasileiros e a discussões políticas (censura, genocídio indígena, direitos humanos), criando uma linguagem acessível sem abdicar da técnica.