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Uma professora de educação física da Prefeitura de Vitória da Conquista recebe em sua turma de 8º ano um estudante com paralisia cerebral do tipo diplegia espástica, que apresenta comprometimento nos membros inferiores e se locomove com auxílio de andador. A escola não dispõe de professor de apoio. A turma iniciará a unidade temática Esportes, com foco no basquetebol.
Considerando os princípios da inclusão e as atribuições do professor de educação física da rede municipal, a conduta mais adequada nesse caso é
orientar o estudante a acompanhar as aulas como observador, realizando registros escritos sobre as atividades práticas desenvolvidas pela turma.
aguardar a chegada do professor de apoio antes de iniciar qualquer intervenção com o estudante, mantendo-o como observador.
adaptar as atividades de basquetebol com regras e espaços modificados, permitindo que o estudante participe com o auxílio do andador, integrando-o às ações coletivas da turma.
encaminhar o estudante à sala de recursos multifuncionais durante as aulas práticas de educação física.
separar o estudante em um grupo com atividades motoras básicas, que não precisam estar necessariamente vinculadas ao conteúdo trabalhado com a turma.