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A história da aprendizagem motora foi marcada por diferentes abordagens teóricas que buscaram explicar como os indivíduos aprendem e aperfeiçoam habilidades motoras. Entre as décadas de 1970 e 1980, destacaram-se os debates entre as teorias de circuito aberto e circuito fechado, além da Teoria do Esquema proposta por Schmidt (1975). Essas perspectivas contribuíram para compreender o papel do feedback, da memória e da variabilidade da prática no desenvolvimento motor.
Considerando essas abordagens teóricas, analise a situação a seguir:
Durante as aulas de Educação Física, um professor propõe diferentes formas de execução do saque no voleibol, variando distância, força e posicionamento corporal. Além disso, estimula os estudantes a refletirem sobre os erros cometidos e a ajustarem seus movimentos a partir das sensações percebidas durante a prática.
Com base nos pressupostos da aprendizagem motora, é correto afirmar que a estratégia utilizada pelo professor está fundamentada:
Na ideia de que o feedback sensorial é irrelevante para a aprendizagem motora, pois o controle do movimento ocorre exclusivamente de maneira centralizada.
Na concepção de que a repetição invariável de um único padrão motor é suficiente para garantir a adaptação motora em diferentes contextos.
Na Teoria do Esquema, segundo a qual a variabilidade da prática favorece a formação de programas motores generalizados e amplia a adaptação a novas situações.
Na perspectiva behaviorista clássica, que considera desnecessária a participação de processos cognitivos e perceptivos na aprendizagem motora.
Na compreensão de que a observação e as informações sensoriais não influenciam os mecanismos de detecção e correção de erros motores.