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O consumo máximo de oxigênio () é amplamente reconhecido na literatura da fisiologia do exercício como o indicador padrão-ouro para a avaliação da aptidão cardiorrespiratória. Em termos metabólicos e bioenergéticos, o representa diretamente a:
taxa máxima de produção e acúmulo de lactato pelo tecido muscular em atividade.
capacidade máxima integrada do organismo de captar, transportar e utilizar o oxigênio para a ressíntese de ATP por vias aeróbicas.
quantidade total de estoques de glicogênio intramuscular disponíveis para o esforço.
concentração plasmática máxima de glicose atingida durante o período de recuperação.
tolerância temporal máxima que um indivíduo suporta em regimes de esforço estritamente isométrico.