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A prescrição de exercícios físicos como estratégia de manejo do estresse crônico fundamenta-se na hipótese da hormese, onde a exposição controlada ao estressor físico induz adaptações protetoras nos sistemas de controle homeostático. No que tange à regulação da cascata inflamatória e à modulação hormonal em indivíduos submetidos a regimes de treinamento, assinale a alternativa CORRETA.
O aumento agudo das catecolaminas durante sessões de treinamento de força de alta intensidade inibe a mobilização de células natural killer, prejudicando a imunovigilância do sujeito.
O estado de estresse metabólico decorrente do exercício anaeróbio lático promove a estabilização imediata das proteínas de choque térmico, reduzindo a sinalização do fator nuclear kappa-B.
A prática crônica de atividades físicas de natureza cíclica potencializa a sensibilidade dos receptores de glicocorticoides, elevando a produção basal de cortisol na glândula suprarrenal.
O treinamento de resistência aeróbia de volume moderado estimula a liberação de interleucina-6 (IL-6) pelo músculo esquelético, exercendo uma função anti-inflamatória sistêmica.