Foi atendida, no Programa de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) de uma Unidade Básica de
Saúde, Joana, de 31 anos de idade, com queixas de dor de cabeça, mal estar geral e dor no peito. A
paciente informou que há uma semana tinha tais sintomas, que se acentuavam. O profissional de saúde
verificou sua pressão arterial, com duas medidas ao dia, dentro dos parâmetros recomendados pelo
Ministério da Saúde, com registro da PA 139/89mmHh. Joana foi encaminhada à consulta de
enfermagem, com vistas à mudança de estilo de vida (MEV) e à estratificação de risco cardiovascular
(RCV), sendo este último classificado como intermediário. Considerando o fluxograma de rastreamento
e diagnóstico de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), a conduta adequada para o caso de Joana é
A
iniciar imediatamente o acompanhamento da hipertensão.
B
realizar a prevenção primária e reavaliação em um ano.