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Segundo Amarante (1995, p 121), “[...] o movimento em saúde...

Segundo Amarante (1995, p 121), “[...] o movimento em saúde mental no Brasil, ora identificado como movimento de luta antimanicomial, ora como movimento pela reforma psiquiátrica ou de alternativas à psiquiatria, e assim por diante, com suas propostas revolucionárias ou utópicas em alguns momentos, pragmáticas e normativas em outros[...]”, foi um processo que surgiu mais concretamente a partir da conjuntura da redemocratização em finais da década de 70. Ao longo de décadas, muitos atores e sujeitos políticos, divididos em grupos muitas vezes bastante heterogêneos, atuaram com a práxis de uma nova política de saúde mental e a construção de olhares diferentes sobre a loucura, dentre eles as associações de usuários e familiares que passam a expandir as suas atividades nos espaços de construção de políticas públicas e a edificar um sentido de cidadania que jamais lhes foi permitido.

Com base nas informações acima, a alternativa que melhor expressa o olhar sobre o usuário de saúde mental no processo da reforma psiquiátrica brasileira a partir dos anos 80 é


A
Indivíduo Problematizado.

B
Objeto da intervenção psiquiátrica.

C
Receptor de transformação da realidade.

D

Indivíduo sem atuação nos espaços de construção de políticas públicas.


E

Ator no surgimento de novas formas de expressão política, ideológica, social, de lazer e de participação.