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Mulher de 28 anos dirigiu-se à unidade de saúde para aferir a pressão arterial (PA). Na pré-consulta, ela informou ao técnico de enfermagem que nunca havia passado por esse procedimento. Nesse caso, a conduta desse profissional deve consistir em aferir a PA:
nos dois braços. Se as medidas estiverem discrepantes, ele deve considerar o valor mais alto. Nas aferições subsequentes, ele deve medir no mesmo braço cuja pressão estava mais elevada
nos dois braços. Se as medidas estiverem diferentes, o valor mais baixo deve ser considerado e o braço no qual se obteve essa medida deve ser referência para as próximas aferições
no braço esquerdo, por ser o braço mais próximo do ápice do coração. Se os parâmetros de pressão estiverem baixos, considerar a aferição no braço direito
em qualquer um dos braços, independente de ser primeira vez ou não. Nas aferições subsequentes, ele pode eleger qualquer um dos braços