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De acordo com Tobase et al (2017), “O trauma cranioencefálico (TCE) é uma agressão que ocorre em curto espaço de tempo, às vezes segundos, mas que provoca consequências que podem estender-se por longos períodos ou mesmo por toda a vida, na pessoa acometida, em função do déficit – transitório ou permanente – das atividades físicas, cognitivas, emocionais, sociais ou profissionais e cujos efeitos reverberam também nos familiares e na sociedade”. Assim sendo, cabe ao enfermeiro considerar que:
na avaliação neurológica com base na escala de coma de Glasgow, o escore obtido entre 5 e 8 caracteriza quadro leve.
a presença de sangue na cavidade oral, nasal, auricular ou abdominal remete à suspeita de fratura da base do crânio.
a cinemática e a biomecânica do trauma não influenciam na gravidade do TCE, portanto não necessitam ser consideradas.
em crianças, a cabeça e o pescoço são as áreas mais atingidas por trauma, pois as quedas são frequentes nos primeiros anos de vida, em que há desproporção da cabeça com o corpo.